O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, participará da cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em 30 de agosto no Suriname, como confirmou nesta terça-feira (20) o ministro das Relações Exteriores, Eladio Loizaga.
“Presidente, de que forma o senhor pretende resolver a questão de Curuguaty e a reforma agrária?” (foi algo assim que perguntei). “Não tenho nada a falar sobre isso” (gente, ele me respondeu!). E um segurança me agride, eu tenho pouco mais de um metro e meio e não peso 50 quilos. Um segurança é meio grande, certo?
Por Mariana Serafini*, Blog Chipa e Café
O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, anunciou que vai combater a guerrilha Exército do Povo Paraguaio (EPP) com a presença do Estado. Cartes disse que não usará armas no combate. A decisão foi anunciada por ele durante reunião com os líderes dos partidos políticos do Senado e da Câmara, na residência presidencial Mburuvicha Róga.
O conflito no setor educacional no Paraguai iniciado há três semanas se agravou com a negativa do governo de atender as reivindicações sindicais, com a ordem do Ministério da Educação para o retorno às aulas e com a adesão de mais sindicatos à greve.
Ninguém sabe até que ponto Horacio Cartes contará com apoio político interno. Sua trajetória política é nula. Virou candidato porque soube injetar dinheiro no Partido Colorado e vender a imagem do empreendedor eficaz. Já avisou que vai rever as políticas de transferência de renda tentadas por Lugo. E que vai conter gastos públicos.
Por Eric Nepomuceno, na Carta Maior
No sábado (17), o Paraguai sofreu um atentado realizado, supostamente, pelo EPP – Exército do Povo Paraguaio. Trata-se do sequestro e assassinato de quatro seguranças da fazenda Lagunita, propriedade do brasileiro Renato Recender, localizada na região de São Pedro, município de Tacuatí.
Por Mariana Serafini, especial para o Portal Vermelho
O Paraguai vai ser reincorporado de forma plena ao Grupo de Alto Nível da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), que reúne 12 países da região, disse Alberto Ramírez Zambonini, do Tribunal Superior de Justiça Eleitoral paraguaio que conversou com o presidente da República, Horacio Cartes.
O novo presidente do Paraguai, Horacio Cartes, anunciou neste domingo (18) que doará todo o salário que recebe como mandatário e chefe das Forças Armadas à fundação católica São Rafael, que realiza trabalhos humanitários. O valor mensal é de 38 milhões de guaranis ou 8.587 dólares.
Horacio Cartes, que assumiu o poder há quatro dias, apelou para a unidade do país em favor de causas comuns, como a melhoria do atendimento à população na área de saúde. Ele negou que irá atribuir aos antecessores eventuais dificuldades, pois disse que não deve perder tempo. Em reunião com alguns prefeitos durante o fim de semana, Cartes ressaltou que um mandato de cinco anos “não é nada” e que por isso é necessário unir forças para “levar solução às pessoas e não problemas”.
No meio da avalanche mediática pela tomada de posse do novo presidente paraguaio, Horacio Cartes, poderia ser dito que "Mercosul" foi a palavra mais mencionada no país durante a semana que termina. O fim das sanções ao Paraguai do agrupamento de países sul-americanos, em consequência do golpe de Estado do passado ano, colocou no centro das análises políticas de diferentes signos a futura estratégia regional do país.
Uma Assunção apática recebeu o novo presidente eleito, Horário Cartes. Pouca gente nas ruas, quase não se vê bandeiras do Partido Colorado. O dia amanheceu gelado, mas o sol brindou a posse do novo presidente. Horácio Cartes assumiu seu primeiro cargo político com um discurso conciliador e integracionista. Reiterou o que havia dito no dia em que foi eleito, e afirmou “governar para todos os paraguaios”.
Por Mariana Serafini, de Assunção, especial para o Vermelho
O líder camponês Lorenzo Areco foi assassinado na tarde quarta-feira (14), por volta das 13h30, no município de Yby Yau, departamento de Concepción, Paraguai. Areco era secretário de Terra e Reforma Agrária do comitê executivo da Organização Campesina Regional de Concepción
Por Mariana Serafini, especial para o Vermelho