A bancada de deputados de esquerda Grupo de Esquerda Europeu/Esquerda Verde Nórdica no Parlamento Europeu promoveu durante uma reunião de trabalho na última quarta-feira (1º) um debate sobre a situação na América Latina. A presidenta do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, e o secretário-geral da Unasul, ex-presidente colombiano Ernesto Samper, foram os convidados especiais.
Por José dos Santos
O Grupo Parlamentar Esquerda Unitária Europeia / Esquerda Verde Nórdica, do Parlamento Europeu, realizou, nos dias 10 e 11 de dezembro, a Conferência Política de Vizinhança da União Europeia: Conjuntura, visões alternativas e abordagens para uma política justa, pacífica e solidária na vizinhança do Sul e do Leste, na sede do Parlamento, em Bruxelas.
Stefan Shennah, o chefe da comitê de monitoramento da APCE (Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa), sugeriu voltar a conceder o direito de voto à Rússia, tendo a maioria dos membros da organização concordado.
A nova Comissão Europeia (CE), encabeçada pelo ex-primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker, recebeu nesta quarta-feira (22) em Estrasburgo o aval do Parlamento Europeu e, segundo o previsto, começará suas funções no próximo dia primeiro.
O notável resultado da CDU nas eleições para o PE tem uma importância que vai para lá das fronteiras do nosso País. Ele traduz o isolamento político do Governo, a condenação das políticas das troicas, a percepção de que a social-democracia não representa qualquer caminho alternativo ao atual rumo e também o crescente distanciamento e contestação ao processo de integração capitalista na Europa – a União Europeia.
Por Ângelo Alves, no jornal “Avante!”
A pulverização do eleitorado nas eleições de 2014 é real nas urnas, mas será aparente no Parlamento Europeu, onde o neoliberalismo austeritário continuará a ter um poder representado por quase 70% dos eurodeputados eleitos, contando ainda com a possibilidade de recorrer à reforçadíssima legião fascista.
Pilar Camacho, de Bruxelas para o Jornalistas sem Fronteiras
No domingo (25) terminaram as eleições de quatro dias para o Parlamento Europeu (PE). Análises radicais apontam à ascensão da extrema-direita, como a Frente Nacional, da França, e a Alemanha, onde os neonazistas do Partido Democrático Nacional conseguiram um assento. Já em Portugal, a Coligação Democrática Unitária (CDU), de esquerda, conquistou outra vaga. Ponderações sobre os resultados abrangem frustrações populares com políticas de arrocho impostas inclusive por forças ditas “socialistas”.
O Partido da extrema-direita francesa Frente Nacional, venceu as eleições europeias no país, obtendo 26% dos votos, seguido pelo direitista UMP, com 20,66%.
A Coligação Democrática Unitária (CDU), coalizão eleitoral formada pelo Partido Comunista Português, ecologistas e independentes, obteve um expressivo resultado nas eleições para o Parlamento Europeu realizadas neste domingo (25). É o que destaca o pronunciamento do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, ao assinalar que o resultado da CDU é a vitória da confiança e da esperança. Leia a íntegra.
O Partido Conservador, da chanceler alemã Angela Merkel, venceu com 36% dos votos as eleições europeias na Alemanha, caindo ligeiramente em relação aos 37,9% de 2009, mostram as pesquisas de boca de urna. Seu parceiro de coligação, o Partido Social-Democrata, ganhou força, obtendo 27,5% dos votos (contra 20,8% em 2009), enquanto a Alternativa para a Alemanha (AfD), criado no ano passado, conseguiu 6,5%, o que lhe permite entrar no Parlamento Europeu, indicaram as televisões públicas ARD e ZDF.
Neste domingo (25) Portugal e Espanha realizam eleições para o Parlamento Europeu, que juntamente com o Conselho, aprova ou modifica as propostas legislativas da Comissão, o executivo da União Europeia (UE). O momento envolve questões como o debate sobre os poderes daquele que é um órgão eleito pelos europeus – diferentemente da Comissão – e a luta por alternativas em um longo período de crise e políticas de arrocho que têm afetado gravemente a vida da população.
Elefterios Synadinos, major-general do Exército grego que foi diretor das Forças Especiais, é candidato ao Parlamento Europeu na lista do partido neonazista Aurora Dourada.
Por Pilar Camacho, de Bruxelas para o Jornalistas sem Fronteiras