Os corpos dos dois brasileiros da empresa Leme Engenharia, encontrados mortos no Norte do Peru na quarta-feira passada (27), foram enviados ao Brasil na madrugada deste domingo (31). As famílias, que moram em Minas Gerais e São Paulo, ainda aguardam o resultado dos exames toxicológicos para saber a causa da morte do geólogo Mário Guedes e do engenheiro Mário Bittencourt.
Em uma posse prestigiada pelos principais chefes de Estado da região – incluindo a brasileira Dilma Rousseff – o presidente do Peru, Ollanta Humala, enfrentou a que será a batalha simbólica central de seu governo: o compromisso com seu programa nacionalista.
Por Jô Moraes* e Ronaldo Carmona*, de Lima
No Congresso Nacional do Peru, Ollanta Humala prometeu mudanças graduais no país em seu discurso de posse. Aguardado pela população, o discurso incluiu a promessa de priorizar a integração latino-americana e combater a pobreza.
Dois engenheiros brasileiros foram encontrados mortos nesta quinta-feira (28/07) no Norte do Peru. Mário Gramani Guedes e Mário Augusto Soares Bittencourt eram funcionários da empresa Leme Engenharia e estavam no país fazendo um estudo prévio para a construção de uma hidrelétrica. A empresa confirmou a morte dos dois funcionários, mas não informou suas circunstâncias.
Uma delegação do PCdoB — composta pela deputada federal Jô Moraes (PCdoB-MG) e por Ronaldo Carmona, membro da Comissão Internacional do Partido — participa nesta quinta-feira (28) de uma ampla agenda em Lima, no Peru, que inclui um encontro com o presidente Ollanta Humala, no Palácio do governo.
A presidente Dilma Rousseff inicia nesta quinta-feira (28) uma agenda de dois dias voltada para as relações com vizinhos da América do Sul ao participar da posse do presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, em Lima.
Vinte e oito de julho de 2011. Nesta terça-feira, o líder nacionalista Ollanta Humala assume a presidência do Peru em meio a grandes expectativas internas e externas. Segundo o jornalista e doutorando em Relações Internacionais Igor Fuser, a vitória de Humala significa um reordenamento no tabuleiro geopolítico mundial. “Agora, finalmente o Peru passa a fazer parte da América Latina”, afirma.
Por Fabíola Perez
O líder nacionalista peruano Ollanta Humala assume nesta quinta (28) a Presidência do Peru, cerca de 11 anos depois de ter aparecido na cena política com uma rebelião militar simbólica, incruenta e de sentido democrático.
A inclusão social e a integração regional são os objetivos da reunião de cúpula que os 12 países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) realizarão na quinta-feira (28) em Lima.
Os governantes sul-americanos promoverão o "tema social na região e a igualdade", que é algo "pendente em nossa região", disse a secretária-geral do organismo regional, a colombiana María Emma Mejía quando visitou a capital do Peru no último dia 12 de julho.
Com dois reforços femininos, o presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, completou um diversificado e polêmico gabinete ministerial. Humala nomeia Susana Baca para o ministério da Cultura e Patricia Salas para a Educação.
O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, anunciou, nesta quinta (21), os primeiros oito nomes dos ministros que irão compor seu gabinete a partir de 28 de julho, quando tomará posse. As primeiras nomeações foram do titular da Economia, Luis Miguel Castilla, e do conselho de ministros, Salomón Lerner Ghitis.
Faltando apenas uma semana para que o presidente eleito Ollanta Humala assuma a presidência do Peru, no próximo dia 28 de julho, movimentos sociais se articulam e apresentam reivindicações sobre importantes temas sociais, respaldadas em promessas de campanha de Humala.