Projeto de Libra deixa um legado tecnológico para a indústria offshore
O governo Bolsonaro desferiu um duro golpe contra a população mais pobre do país. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), ligado ao Ministério das Minas e Energia, publicou nesta quinta-feira (29) resolução que extingue a política de subsídios ao gás de cozinha (GLP), praticada pela Petrobras desde 2005.
O senador Jean Paul Prates (PT-RN) cobrou explicações do presidente da Petrobras, Roberto Castelo Branco, para a venda de subsidiárias, como refinarias e a Transportadora Associada de Gás (TAG).
A Petrobras notificou o escritório de advocacia do presidente do Conselho Federal da OAB, Felipe Santa Cruz, de que está cancelando o contrato com ele.
Com base no levantamento feito pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) diz que o lucro anunciado de R$ 18,8 bilhões pela Petrobrás no segundo trimestre deste ano foi obtido às custas da entrega do patrimônio público.
Por Iram Alfaia
O anúncio dos resultados da Petrobras no segundo trimestre de 2019 está sendo festejado pelos gestores da empresa, pelo governo e pelo mercado. Não poderia ser diferente. Os R$ 18,8 bilhões que a Petrobras “lucrou” foram obtidos à custa da entrega do patrimônio público, projeto principal da equipe econômica do governo Bolsonaro.
Ex-juiz criminal, jurista e ex-deputado federal, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), 51 anos, fala com conhecimento jurídico sobre a Lava Jato. Embora defenda a operação, afirma que houve parcialidade nas investigações contra o ex-presidente Lula e outros réus, o que, segundo ele, foi demonstrado “imensamente” nos diálogos revelados pelo Intercept entre procuradores e o ex-juiz Sergio Moro.
A mídia baba ovo do oficialismo, liderada por Globonews repete de forma acrítica as lendas propagadas pelo comando da economia para justificar as maiores aberrações de seu projeto de alienação do Estado e desmonte do País.
Por Andre Motta Araujo
O ciclo de cinco anos do início da Lava Jato permite uma avaliação preliminar dos efeitos da operação na macroeconomia e no ambiente de negócios do Brasil. Essa observação no momento é possível a olho nu, sem precisão acadêmica e é o que faremos neste post, sujeito a contestações igualmente empíricas.
Por Andre Araujo*
É intrigante que o governo obrigue a empresa a manter suas refinarias operando a dois terços da carga.
Jean Paul Prates*
"A tendência, entre as petrolíferas estatais e destas com as petrolíferas de capital privado, devem ponderar a complexidade dos objetivos perseguidos pelas estatais, em comparação com a simples maximização do retorno aos acionistas sobre o capital aplicado, que é a perseguida pelas companhias privadas".
Por Felipe Coutinho*
O sindicato de trabalhadores do gás do Uruguai suspendeu, na quarta-feira 17, uma greve de 37 dias após o anúncio de um acordo para que a Petrobras se retire do país e o governo assuma temporariamente o serviço, evitando demissões.