Governo quer arrancar refinarias da Petrobrás para doá-las a estrangeiros.
Por Sérgio Cruz – Hora do Povo
A maioria dos brasileiros discorda do governo Jair Bolsonaro (PSL) e rejeita a privatização das grandes empresas estatais, como a Petrobras e os Correios. É o que aponta um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (1/7).
O senador Jean Paul Prates (PT-RN) afirmou que é criminoso que os gestores da Petrobras justifiquem a venda de ativos pelo endividamento da empresa e pela deteriorização da imagem da estatal nos últimos anos.
Fundo com dinheiro da Petrobras já estava previsto em acordo com acionistas nos EUA
Por Pedro Canário – Conjur
Direção da estatal diz que negócio atende à lógica de desinvestimento.
De seis campos de exploração, Petrobrás espera extrair cerca de 20 milhões de m³ por dia de gás natural, o equivalente a um terço da produção atual brasileira; investimentos necessários para limitar área e construir gasoduto são de R$ 2 biaior descoberta desde o pré-sal, em Sergipe e Alagoas
Decisão abre caminho para entrega das refinarias.
“O governo Federal conseguiu o que queria. Ele poderá agora instalar uma grande feira para dilapidar a Petrobrás”, afirmou o professor Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia (IEE) da Universidade de São Paulo (USP) e ex-diretor de Energia e Gás da Petrobrás, ao comentar a decisão, tomada nesta quinta-feira (06) pelo Supremo Tribunal Federal, autorizando a venda de subsidiárias das estatais sem autorização do Congresso Nacional e sem licitação.
O PT pediu para participar do julgamento no Supremo.
Julgamento pode frear a agenda privatista na estatal.
A Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras, anunciada nesta quarta-feira, 29, reúne 190 congressistas num esforço conjunto contra a privatização da petroleira, segundo informa a Federação Nacional dos Petroleiros. A Frente Parlamentar deve apresentar ao governo dados que mostram a importância da Petrobras para a sociedade brasileira.
Matéria do jornal Valor Econômico diz que a Petrobras iniciou as negociações com os sindicatos sobre o acordo coletivo 2019/2020.