A esquerda bem informada
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Wagner Gomes: Aprofundar o enfrentamento ao mercado financeiro

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, comentou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2012. O índice divulgado nesta sexta-feira (1º) indica que o país cresceu apenas 0,2%.

PIB brasileiro cresce 0,2% no primeiro trimestre de 2012

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu apenas 0,2% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior, totalizando R$ 1,03 trilhão. O dado foi divulgado nesta sexta (1°) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Governo libera R$ 1,3 bi e mantém projeção do PIB em 4,5%

O governo federal amplia os limites de gastos do Orçamento em R$ 1,328 bilhão. Os números estão no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 2º bimestre divulgado nesta sexta-feira (18) pela Secretaria de Orçamento Federal (SOF) . 

Crescimento do PIB pode ficar entre 2,8% e 3,8%, diz Ipea

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta quarta-feira (16) a Carta de Conjuntura que prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai crescer entre 2,8% e 3,8% neste ano. Para a inflação, o Ipea projeta taxas entre 4,3% e 5,3%. 

Projeção do mercado para alta do PIB cresce 3,21% em 2012

A projeção de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia, em 2012, apresentou leve alta de 0,01 ponto percentual.

PIB da União Europeia registrou queda de 4,5% em 2011

Dados do instituto de estatística do Eurostat, divulgados nesta segunda-feira (23), apontam que no ano passado, auge da crise econômica internacional, os europeus registraram queda no Produto Interno Bruto (PIB). Em 2011, a União Europeia acumulou uma retração média de 4,5%, sendo que na zona do euro houve queda de 4,1%. A dívida pública na região subiu para 82,5% do PIB em comparação com os 80% registrados em 2010.

Espanha: dívida é de 165% do PIB; Igreja e rei não sofrem arrocho

A dívida externa espanhola atingiu no final de 2011 o valor de 1,775 bilhões de euros, correspondente a 164,5% do PIB, percentagem que corresponde à que produziu às cruéis intervenções de austeridade na Grécia.

Governo: cortes do orçamento aumentam para R$ 55,073 bi

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (21) que irá elevar o contingenciamento de gastos de R$ 55 bilhões para R$ 55,073 bilhões devido à necessidade de bloqueio de mais R$ 368,6 milhões no Orçamento de 2012.

PIB do Ceará cresce 4,3% em 2011 e supera desempenho nacional

A economia cearense, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado, cresceu 4,3% em 2011, isso em relação a 2010, e superou o desempenho da economia brasileira no ano passado, que foi de 2,7%, confirmando a expectativa dos técnicos do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). Com o resultado, o PIB do Ceará totalizou, em 2011, um valor de R$ 84 bilhões, resultando em uma renda per capita de R$ 9.865,00.

Crescimento do PIB do G20 tem recuo no último trimestre

Dados apresentados nesta quarta-feira (14) pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que tem sede em Paris, apontam que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do grupo das 20 principais economias do mundo desacelerou nos últimos três meses de 2012 para 0,7%, ante 0,9%.

Altamiro Borges: "Pibinho" é o ponto fraco de Dilma

O anúncio de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 2,7% no ano passado parece ter animado a moribunda oposição demotucana e a mídia mais partidarizada. Em sua coluna na Folha de ontem (12), o presidenciável Aécio Neves aposta que o “crescimento pífio” afetará a imagem da presidenta Dilma Rousseff. Na mesma toada, “calunistas” dos jornalões e da televisão festejam a queda do PIB.

Por Altamiro Borges

João Sicsú: O pibinho chegou para ficar?

O PIB de 2011 decepcionou. Contudo, foi o resultado de uma decisão de governo. No início do ano passado, temendo a inflação e outros gargalos, a presidenta, junto com assessores mais próximos, tomou a decisão de desacelerar a economia utilizando políticas monetárias, creditícias e fiscais restritivas. Ao câmbio valorizado restou o papel de solidificar a situação em curso.

Por João Sicsú*

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