Para quem dúvidas tivesse sobre o que está efetivamente em causa na atual situação no Brasil, o acompanhamento do debate e aprovação da admissibilidade da destituição da presidente Dilma Rousseff pelo parlamento brasileiro no passado dia 17 de abril constituiu um momento profundamente esclarecedor e inquietante.
Por Pedro Guerreiro*
A deputada portuguesa Joana Mortágua denunciou, na Assembleia de Portugal, o impeachment da presidente Dilma Rousseff, que, segundo suas próprias palavras, “se revelou como um golpe contra um Governo democrático eleito”.
Em polêmica recente em Portugal, o Partido Comunista Português divulgou nota defendendo seu voto na Assembleia da República contra a condenação do país africano pelo caso da detenção de supostos "ativistas" angolanos.
Manifestantes ocuparam a frente da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, local em que acontece o Seminário Luso-Brasileiro, nesta quinta-feira (31), em ato contra o golpe e em apoio a presidenta Dilma Rousseff.
A porta-voz do Bloco de Esquerda português classificou nesta sexta-feira (25) como ‘golpe de Estado do século 21" os acontecimentos que marcam a atualidade do Brasil.
Uma centena de brasileiros se reuniu nesta sexta-feira (18) em Lisboa , Portugal, para manifestar repúdio à qualquer tentativa de golpe de Estado que porventura a direita executar no Brasil. A manifestação foi convocada nas redes sociais e via celulares.
Nesta quarta-feira (27), tornou-se público que a Comissão Europeia expressou reservas quanto às linhas gerais do Orçamento de Estado de Portugal, o que pode provocar uma crise nas relações entre as autoridades da UE e Portugal.
Um relatório do banco alemão Commerzbank divulgado esta semana afirma que Portugal voltou a ser a "nova velha criança problemática" da Europa e adverte que a situação portuguesa pode evoluir de forma muito semelhante ao ocorrido na Grécia, no ano passado, obrigando o país a pedir um novo resgate. Motivo?
Por Anabela Fino, no Jornal Avante
No debate quinzenal realizado nesta quinta-feira (17) na Assembleia da República, o parlamento de Portugal, o secretário geral do Partido Comunista Português, Jerónimo de Sousa, afirmou que não é possível o desenvolvimento econômico, sem que a Banca esteja ao serviço da economia, do povo e do país e por isso é preciso acabar com a atividade especulativa que caracteriza a gestão da banca.
O secretário-geral do Partido Comunista Português, Jerónimo de Sousa, em nota publicada no site do partido na última quarta-feira (25) discorre sobre a derrota da coligação direitista PSD/CDS no período que sucedeu às eleições de 4 de outubro, quando essa mesma coligação perdeu a maioria parlamentar para os partidos de esquerda do país.
O presidente português Cavaco Silva nomeou nesta terça-feira (24) António Costa, secretário-geral do Partido Socialista, novo primeiro-ministro do país.
Em declaração publicada nesta quarta-feira (18) na página do Partido Comunista Português, o secretário-geral Jerónimo de Souza critica a inação do presidente português, Cavaco Silva, que deveria adotar a única saída constitucional possível, ou seja, retirar do governo a coalizão PSD/CDS, já derrubada pelo parlamento e dar vias à constituição de um novo governo com maioria parlamentar constituído pelo PS, PCP e BE.