Em reunião, nesta terça-feira (12), os presidentes dos diretórios estaduais do Partido Socialista Brasileiro aprovaram, em sua maioria, a fusão da legenda com o PPS. O encontro, convocado pelo presidente do PSB, Carlos Siqueira, foi realizado na sede da legenda em Brasília e contou com a presença de membros do Conselho de Presidentes Estaduais do partido que aprovaram, em sua maioria, a fusão.
Fundador e ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, condenou a fusão entre a legenda e o PPS em entrevista ao Jornal da Paraíba, publicada na última sexta-feira (9). Segundo ele, o PPS é ideologicamente diferente do PSB, que desde o seu início milita na esquerda democrática.
Está nas folhas: o Partido Socialista Brasileiro, que tanto lutou para fixar-se no campo da esquerda, vai fundir-se com o PPS, a excrescência reacionária da direita. Transformar-se-ão, os dois, no grande satélite do PSDB, e juntos navegarão na nau dos ressentidos.
Por Roberto Amaral*
O ex-presidente nacional e fundador do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Roberto Amaral, qualificou como "moralmente inaceitável" a fusão em curso entre seu partido e o PPS. Para ele, a junção entre os dois partidos é "um ponto final" para o PSB como força de esquerda.
O Brasil vive um parlamentarismo de fato, imposto como golpe de Estado branco, o que vai totalmente na contramão do pronunciamento eleitoral do ano passado, que reafirmou o presidencialismo.
Por Roberto Amaral*, publicado em seu blog
A executiva nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) aprovou nesta quarta-feira (29), o início das negociações de fusão com o Partido Popular Socialista (PPS) e o processo de junção das duas legendas foi iniciado.
A polarização tem provocado efeitos diversos na política brasileira. A direita tem buscado se reorganizar para manobrar de acordo com os seus interesses tentando atrair setores para o seu intento golpista. Nesta quarta-feira (29), a direção do PSB debate a possibilidade de uma fusão com o PPS, aliado histórico do PSDB, em reunião da executiva nacional convocada de forma extraordinária.
Na festa dos seus 70 anos de idade, na sexta-feira (20), a senadora Marta Suplicy aproveitou para se reunir com a “sua nova turma da política” – como estampou no título o jornal Estadão. De fato, a ex-petista mudou de lado e anunciou a sua filiação ao PSB, do vice-governador Marcio França – o mais tucano da pragmática sigla “socialista”.
Por Altamiro Borges*
Realizou-se no último dia 2 de março, no auditório do Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro, mais um encontro da série ‘Reflexão’ que vem sendo coordenada pelo ex-ministro Roberto Amaral desde novembro de 2014, reunindo acadêmicos, cientistas, professores, empresários, sindicalistas, estudantes, parlamentares – vinculadas ou não a partidos de esquerda –, com a finalidade de analisar a conjuntura político-institucional, a crise dos partidos e as alternativas da esquerda brasileira, hoje.
Durante o lançamento do manifesto da Aliança pelo Brasil, no Clube de Engenharia (RJ), o ex-ministro da Ciência e Tecnologia e ex-presidente do PSB, Roberto Amaral, alertou para a tentativa de golpe das forças conservadores no país.
Dilma foi diplomada e dia 1º de janeiro inicia seu segundo mandato, mas a presidenta não conta com um 'céu de bigadeiro'.
Por Roberto Amaral*, publicado na CartaCapital
O cientista político, ex-ministro da Ciência e Tecnologia entre 2003 e 2004, Roberto Amaral, era vice-presidente do PSB antes da morte do presidente do partido, Eduardo Campos. Logo depois foi afastado da presidência da sigla. No domingo (14) concedeu entrevista ao Jornal do Comércio, de Pernambuco. O histórico socialista reafirmou suas críticas às posições do PSB, falou de traição e do abandono da legenda do campo da esquerda. Segue abaixo: