Chapecó recebeu, na noite de quinta-feira (2), a primeira edição do Ciclo de Debates sobre as Reformas Previdenciária e Trabalhista, atividade proposta pelo mandato do deputado Cesar Valduga (PCdoB) em parceria com entidades sindicais e movimentos sociais.
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), esteve em São Luís, no Maranhão, para uma reunião com dirigentes locais da Central e sindicatos afiliados, com o objetivo de reforçar a mobilização dos trabalhadores maranhenses contra os ataques promovidos por Michel Temer, em especial, o projeto de Reforma de Previdência (PEC 287), enviado ao Congresso Nacional.
Marcada por um inflamado dissenso, a reforma da Previdência, estampada na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, tem sido vendida como saída para enfrentar os desafios impostos pelo envelhecimento da população brasileira. Para o governo, o endurecimento das regras de acesso aos benefícios previdenciários repousa sobre a necessidade de manutenção do sistema, que nas próximas décadas estaria fadado à falência.
Por Cristiane Sampaio para o Brasil de Fato
Marcada por um inflamado dissenso, a reforma da Previdência, estampada na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, tem sido vendida como saída para enfrentar os desafios impostos pelo envelhecimento da população brasileira. Para o governo, o endurecimento das regras de acesso aos benefícios previdenciários repousa sobre a necessidade de manutenção do sistema, que nas próximas décadas estaria fadado à falência.
Por Cristiane Sampaio para o Brasil de Fato
A mobilização entre os trabalhadores para o ato do dia 15 de março contra a reforma da Previdência se intensifica. Na cidade de São Paulo, as centrais organizam assembleias esclarecendo ao trabalhador a importância do ato. A proposta de reforma da Previdência de Michel Temer tramita em comissão especial da Câmara dos Deputados. O processo tem marcado uma disputa entre governo e centrais, que querem evitar que o Executivo passe o rolo compressor.
A mobilização entre os trabalhadores para o ato do dia 15 de março contra reforma da Previdência se intensifica. Na cidade de São Paulo, as centrais organizam assembleias esclarecendo ao trabalhador a importância do ato. A proposta de reforma da Previdência de Michel Temer tramita em comissão especial da Câmara dos Deputados. O processo tem marcado uma disputa entre governo e centrais, que querem evitar que o Executivo passe o rolo compressor.
Atuando em prol da sociedade brasileira, a Ordem dos Advogados do Brasil realizará entre os dias 27 e 31 de março, em todo o país, audiências públicas para debater a Reforma Trabalhista. Ainda em março, no dia 14, será realizado um grande ato contra a Reforma da Previdência, na sede da OAB Nacional, em Brasília.
O "Fora, Temer!", grito do carnaval deste ano, começou a produzir efeitos na base aliada de Michel Temer (PMDB). Parlamentares da base aliada começam a dar sinais de que não será tão fácil a aprovação do texto enviado pelo governo.
Se depender das mudanças que estão sendo preparadas por governistas e oposição, a proposta de reforma da Previdência Social de Michel Temer deve ser desfigurada. Nesta quarta-feira (1), a Folha de S.Paulo revelou que metade dos integrantes que analisa a proposta na comissão especial da Câmara é contra a idade mínima. As centrais sindicais reunidas em torno de uma agenda também se mobilizam contra o texto original do Executivo. Dia 15 haverá ato nacional contra a reforma.
Se depender das mudanças que estão sendo preparadas por governistas e oposição, a proposta de reforma da Previdência Social de Michel Temer deve ser desfigurada. Nesta quarta-feira (1), a Folha de S.Paulo revelou que metade dos integrantes que analisa a proposta na comissão especial da Câmara é contra a idade mínima. As centrais sindicais reunidas em torno de uma agenda também se mobilizam contra o texto original do Executivo. Dia 15 haverá ato nacional contra a reforma.
Reunião realizada na sexta-feira (24) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul consolidou a formação da Frente Gaúcha em Defesa da Previdência Pública. A frente é formada por representantes do Congresso Nacional, legislativo estadual, prefeitos, centrais sindicais, entidades ligadas ao setor agrícola, pastorais e igrejas.
Por Eduardo Maretti, na RBA
"Criar uma contribuição individualizada se contrapõe a natureza do campo", declarou Evandro Morello, assessor da área da Previdência Social da Contag, Evandro Morello. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o dirigente afirmou:"A reforma do jeito que está exclui o trabalhador rural e isso vai impactar nos custos dos alimentos”.