São medidas duras e equivocadas que prejudicam os mais pobres. Desta forma, a Força Sindical expressou nesta quarta-feira (7) a opinião da entidade sobre a reforma da Previdência apresentada por Michel Temer. No documento publicado no site da central, a nota conclui que a medida afasta o governo dos trabalhadores e da sociedade. O texto é assinado pelo presidente Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
Previdência, Mitos e Verdades é um projeto do site Outras Palavras com apoio da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) para desmascarar a proposta de reforma da Previdência Social do governo de Michel Temer. Através de reportagens e artigos o site vai mostrar como a reforma penaliza mulheres, idosos e trabalhadores rurais e poupa “pensões de marajás de deputados e juízes”.
Previdência, Mitos e Verdades é um projeto do site Outras Palavras com apoio da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) para desmascarar a proposta de reforma da Previdência Social do governo de Michel Temer. Através de reportagens e artigos o site vai mostrar como a reforma penaliza mulheres, idosos e trabalhadores rurais e poupa “pensões de marajás de deputados e juízes”.
O projeto de mudanças no sistema previdenciário protocolado pelo governo golpista segunda-feira (5), no Congresso Nacional, é um retrocesso inaceitável para a classe trabalhadora brasileira e, por isto, é rejeitado pelo conjunto do movimento sindical brasileiro.
Por Adilson Araújo*
O relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados, Alceu Moreira (PMDB-RS), disse hoje (7) que já concluiu o relatório e que o texto deve ser lido amanhã (8). Segundo Moreira, seu relatório é pela admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287) da Reforma da Previdência.
A reforma da Previdência – apresentada por Michel Temer como necessária para tirar o país da crise – além de ser “perversa do ponto de vista social”, não trará alívio às contas públicas no curto prazo. O alerta é do economista Paulo Kliass, que vê nas mudanças uma tentativa de destruir a previdência social, abrindo espaço às previdências privadas. Para ele, as novas regras não apenas retiram direitos, como são de um “grau de maldade impressionante” e, por isso, não se sustentam.
“Mas é óbvio. Está muito claro que o planejamento deles é a destruição total da Previdência. É a terceira grande onda neoliberal, a mais radical de todas, que simplesmente desmonta a estrutura previdenciária toda”, explicou à CTB o advogado e especialista em Previdência Social, Sérgio “Pardal” Freudenthal. A opinião de Pardal rebate os argumentos de Michel Temer que apresentou na segunda-feira (5) proposta de reforma da Previdência Social.
“Mas é óbvio. Está muito claro que o planejamento deles é a destruição total da Previdência. É a terceira grande onda neoliberal, a mais radical de todas, que simplesmente desmonta a estrutura previdenciária toda”, explicou à CTB o advogado e especialista em Previdência Social, Sérgio “Pardal” Freudenthal. A opinião de Pardal rebate os argumentos de Michel Temer que apresentou na segunda-feira (5) proposta de reforma da Previdência Social.
O líder da bancada comunista na Câmara dos Deputados, Daniel Almeida (BA), criticou o texto apresentado pelo secretário de Previdência, Marcelo Caetano, da reforma da Previdência de Michel Temer. Para Daniel, as regras são injustas e muito cruéis para o trabalhador.
O líder da bancada comunista na Câmara dos Deputados, Daniel Almeida (BA), criticou o texto apresentado pelo secretário de Previdência, Marcelo Caetano, da reforma da Previdência de Michel Temer. Para Daniel, as regras são injustas e muito cruéis para o trabalhador.
O trabalhador rural começa a trabalhar em média com sete ou oito anos. Pela reforma da Previdência Social apresentada nesta segunda-feira (5) pelo presidente Michel Temer esse agricultor só poderá se aposentar aos 65 anos, ou seja, 57 anos depois de ter ingressado no ofício. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontam que, ainda em 2014, 70% das mulheres e 78% dos homens começaram a trabalhar antes dos 14 anos de idade.
Por Railídia Carvalho
As medidas ensaiadas pelo governo de Michel Temer para tirar o país da crise continuam sendo rejeitadas pelas centrais de trabalhadores do país. A apresentação da proposta da Reforma da Previdência Social divulgada nesta segunda-feira (5) por Temer e equipe provocou críticas públicas das entidades. Dirigentes reafirmam que os trabalhadores resistirão ao formato da reforma, que no Congresso se tornou a PEC 287.