Além de prestar contas por ter o nome envolvido em recebimento de propina, o presidente Michel Temer (PMDB) terá que enfrentar a mobilização das principais centrais de trabalhadores do país no caso da reforma da Previdência. É unânime a rejeição das entidades de trabalhadores à proposta encaminhada por Temer ao Congresso Nacional.
A líder da Oposição na Câmara dos Deputados, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), desmistifica as inverdades ditas sobre a Reforma da Previdência apresentada pelo governo ilegítimo de Temer. A deputada esclarece a crueldade desta reforma para os trabalhadores brasileiros. “É uma perversidade”, afirma. Assista abaixo:
Pedido de vistas coletivo adia o debate sobre a proposta de reforma da Previdência. A matéria deve voltar à pauta na próxima quarta-feira (14).
Por: Iberê Lopes
Movimentos e organizações camponesas lançaram um manifesto contra a reforma da previdência do governo golpista de Michel Temer. De acordo com os movimentos, os impactos dessa reforma serão tremendos e exigem que o governo apresente publicamente as contas da seguridade social para justificar as mudanças. “Isso comprovaria a fraude que essas mudanças representam.” O texto foi publicado neste domingo (11) no site do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Com mais de duas horas de atraso, começou às 16h30m desta segunda-feira (12), a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, para leitura e discussão do parecer do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) sobre a proposta de reforma da Previdência. A espera era dos deputados aliados do governo ilegítimo de Michel Temer, já que os deputados contrários à PEC não marcaram presença na sessão.
O site Outras Palavras e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) lançam nesta segunda-feira (12) o portal "Previdência Mitos e Verdades". O projeto desconstrói, ponto a ponto, a Proposta de emenda à Constituição (PEC) 287, que desmonta da Previdência Socia. O lançamento acontece na sede do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, região central da capital paulista.
"A Ajufe, preocupada com a inconstitucionalidade da Reforma da Previdência, pugna que o Governo e o Congresso Nacional ouçam democraticamente a população brasileira". A opinião divulgada neste domingo (11) é da Associação de Juízes Federais (Ajufe) em relação à proposta de reforma da Previdência, enviada na semana passada por Michel Temer ao Congresso Nacional. Para a entidade a proposta não leva em conta o aspecto social da Previdência e nem particularidades da população brasileira.
A proposta de reforma da Previdência, a exemplo das demais matérias do governo ilegítimo de Michel Temer, começa a tramitar na Câmara dos Deputados, com açodamento. Na semana em que a Câmara encerra os trabalhos legislativos, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) marcou para esta segunda-feira (12) sessão para leitura e discussão do parecer do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS).
O senador Paulo Paim (PT-RS) fez críticas à proposta de reforma da previdência social enviada pelo governo ao Congresso. Na tribuna do Plenário nesta sexta-feira (9), o parlamentar disse não saber como o Executivo teve coragem de mandar uma "bomba" como essa neste momento de instabilidade política vivido pelo país.
É consenso entre as centrais sindicais de que o projeto de reforma da Previdência do governo federal retira direitos da classe trabalhadora. Agora, em relação às mulheres a situação fica ainda pior, de acordo com as sindicalistas da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) apoia projeto de comunicação que denuncia a Proposta de emenda à Constituição (PEC) 287, que desmonta da Previdência Social. A iniciativa, que será lançada na segunda-feira (12), é do Portal Outras Palavras e pretende desmascarar por meio do jornalismo mais uma ameaça do governo Temer aos direitos dos trabalhadores.
A Reforma da Previdência apresentada pelo governo Michel Temer aumenta a idade mínima e o tempo de contribuição necessários à aposentadoria e reduz o valor dos benefícios. Para o economista e pesquisador André Calixtre, a combinação é “dolorosa e socialmente injusta”, excluirá grande parte da população do benefício e acarretará o esvaziamento do sistema. Na sua opinião, trata-se de aprofundar a mercantilização da Previdência e ampliar a exploração do trabalho ao longo da vida do brasileiro.