Se a equipe responsável por desenhar a Reforma da Previdência confirmar que o governo federal deve propor a possibilidade de cobrança de contribuição ao INSS de todos os aposentados, teremos algumas comprovações – isso, é claro, se ainda restar um país depois dos protestos causados pela aprovação dessa medida.
Por Leonardo Sakamoto
Na quarta-feira (26), o Supremo Tribunal Federal (STF) poupou o governo de Michel Temer em relação à reforma da Previdência Social. O órgão negou o direito a um novo cálculo da aposentadoria àqueles aposentados que voltaram a trabalhar. A chamada desaposentação foi considerada inconstitucional pela Corte, evitando os desgastes que o governo Temer enfrenta em relação à referida reforma.
Por Railídia Carvalho
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241 e a mudança nas aposentadorias foram os temas principais de um seminário que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) promoveu na manhã desta quarta-feira (19), em São Paulo, para discutir as jornadas de luta que as centrais sindicais promovem no mês de novembro. Segundo a economista Patricia Pelatieri, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a aprovação da PEC impacta na diminuição da Previdência.
Se não houver interrupção desta trajetória perversa, serão multiplicados os déficits reais e imaginários tanto na Seguridade quanto da Previdência Social.
Por Ceci Juruá**
As reformas trabalhista e previdenciária do governo de Michel Temer assim como a proposta de Emenda Constitucional 241 estão na mira dos protestos dos trabalhadores brasileiros. Nesta quarta-feira (19), em São Paulo, as centrais aprovaram uma jornada nacional de luta da classe trabalhadora, que prossegue nos dias 11 e 25 de novembro. Também ficou definida a participação dos trabalhadores na vigília dos movimentos contra a aprovação da PEC 241 na próxima segunda-feira (24).
Por Railídia Carvalho
"Unidade das centrais será fundamental para barrar agenda regressiva implementada pelo governo sem voto de Michel de Temer", ressaltou o secretário de Políticas Sociais, Rogério Nunes, após reunião com as centrais sindicais, nesta segunda (17), na sede da UGT, em São Paulo. Na pauta, a avaliação da conjuntura e organização da classe trabalhadora em torno de um dia nacional de mobilização.
“O governo não formaliza uma proposta de reforma da Previdência. Não diz o que pretende. Fica apenas plantando balões de ensaio na imprensa, para medir as reações. Também não se reúne para ouvir Sindicatos de Aposentados, a Cobap e outras entidades da categoria”. A queixa é de Natal Leo, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da UGT (União Geral dos Trabalhadores).
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)lançou a Nota Técnica 163, que analisa as propostas apresentadas pelas Centrais Força Sindical, CSB, Nova Central e UGT para a Reforma da Previdência. O texto confronta os argumentos com os quais o governo federal busca justificar seu projeto.
Na semana em que a pauta do Congresso Nacional pode aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, estratégia do golpista Michel Temer na cruzada contra os direitos à educação e à saúde, o secretário-geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, enfatizou preocupação com as ameaças representadas pelas reformas trabalhista e previdenciária de Temer, que devem vir na sequência.
Por Railídia Carvalho
Reduzir os benefícios previdenciários dos mais pobres, aqueles cuja renda per capita é inferior a 25% do salário mínimo, como propõe Temer, é uma perversidade sem tamanho.
Por Gleisi Hoffmann
Metalúrgicos protestaram pelo Brasil nesta quinta-feira (29) contra a reforma da Previdência Social e a retirada de direitos garantidos pela Consolidação das leis do Trabalho (CLT), planejadas pelo governo de Michel Temer. Um dos segmentos mais atingidos pelo desemprego, os metalúrgicos se manifestaram nos locais de trabalho ou nas proximidades realizando passeatas, assembleias, piquetes e paralisações.
Por Railídia Carvalho
Metalúrgicos protestaram pelo Brasil nesta quinta-feira (29) contra a reforma da Previdência Social e a retirada de direitos garantidos pela Consolidação das leis do Trabalho (CLT), planejadas pelo governo de Michel Temer. Um dos segmentos mais atingidos pelo desemprego, os metalúrgicos se manifestaram nos locais de trabalho ou nas proximidades realizando passeatas, assembleias, piquetes e paralisações.
Por Railídia Carvalho