O chefe do grupo libanês Hezbollah, xeque Hassan Nasrallah, disse nesta sexta-feira (11) que as ameaças de uma intervenção militar na Síria ou no Irã escondem a derrota dos Estados Unidos no Iraque, mas advertiu que, se o ataque acontecer, o conflito se estenderá por toda a região.
O governo da Síria denunciou nesta segunda-feira (7) ações de incentivo à violência realizadas pelos Estados Unidos, que segundo o governo do país estimulam a ação de grupos armados terroristas no país árabe. A denúncia ocorre depois de a oposição síria, acusada de receber financiamento americano, pressionar a ONU para que a organização ocupe a região de Homs, palco de ações violentas dos grupos terroristas.
Apesar da pressão dos EUA contra o país, a Síria recebe o apoio de nações da comunidade internacional, bem como do mundo árabe em seus esforços por conseguir a estabilidade em seu território e avançar em reformas integrais. O governo sírio libertou mais de 550 pessoas da oposição neste sábado (5) como primeiro sinal do cumprimento do plano árabe para resolver a crise.
Com o Mar Mediterrâneo como tela de fundo, milhares de habitantes da cidade portuária de Tartous, no oeste da Síria, realizaram nesta sexta-feira (4) uma gigantesca concentração a favor do presidente Bashar al-Assad.
O presidente da Síria, Bashar Al Assad, aceitou na quarta-feira (2) encerrar o impasse no país acirrado por protestos contra o governo e se arrastam há sete meses.
O ministro de Relações Exteriores da Argélia, Mourad Medelici, disse nesta terça-feira (1º) que a comissão da Liga Árabe encarregada de buscar um fim à violência na Síria chegou a um acordo com autoridades sírias, segundo a emissora de televisão Al Arabiya.
Milhares de pessoas lotaram nesta terça (1º) a Praça Sabaa Bahrat, na cidade de Deir Ezzor na Síria, para expressar apoio ao presidente Bashar al-Assad e ao plano de reformas integrais que ele realiza.
Apesar da tensa situação que prevalece em Homs e outras três províncias, o líder religioso da Síria, o Grande Muftí da República, Ahmad Badreddin Hassoun, considera que o país já superou a fase mais critica da crise.
"No diálogo integral pluralista que se desenvolve na Síria, participam todas as forças nacionais, sem exclusão", afirmou o presidente Bashar al-Assad, em entrevista concedida ao canal da televisão russa Rossiya 1.
O presidente sírio Bashar al-Assad advertiu que a ação dos países imperialistas contra seu país pode provocar um "terremoto" capaz de incendiar a região, poucas horas antes de uma reunião entre a Síria e a Liga Árabe.
A Síria recebeu nos últimos dias firmes expressões de apoio internacional, em particular da China, que reforçam sua posição diante da agressão midiática, política e econômica impulsionada pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por alguns países árabes.
"A Síria adotou medidas de segurança suficientes e necessárias para prevenir as sabotagens de grupos armados terroristas contra oleodutos, como os ocorridos em Idleb e Hama", afirmou nesta sexta-feira (28) o ministro de Petróleo e Recursos Minerais, Sufian Allaw.