"O nosso desafio é fazer das universidades espaços dinâmicos e fecundos de resistência ao obscurantismo, capazes de mobilizar a força vital da sociedade – a juventude – em torno da construção de novas utopias".
Por Pedro Tierra*
Mais uma vez uma carta anônima, em que lista professores e suas disciplinas faz agressões e ameaçam docentes, foi encontrada em universidade de Pernambuco. O documento foi distribuído e divulgado nas redes sociais. Esta é a segunda ameaça a professores pernambucanos só nesta semana.
Fui estudante e, hoje, sou professora da Universidade de Brasília. Descrevo-me como experimento de Darcy Ribeiro para o conhecimento sem fronteiras — cheguei por um curso, passei por outros, me formei em antropologia, hoje sou professora do direito, e penso a saúde pública.
Por Débora Diniz*
Professores e pesquisadores do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) estão sendo ameaçados através de uma carta anônima disseminada pela Cidade Universitária, no Recife, nesta terça-feira (6). A reitoria da universidade abriu sindicância interna e acionou a Polícia Federal e o Ministério Público para investigar o caso.
Ex-reitor da UnB defende amplo debate sobre a medida, que não foi detalhada pela equipe do do novo governo.
Por Cristiane Sampaio, do Brasil de Fato
"Invasões às universidades representam uma violência material e simbólica inaceitável. Todo e qualquer patrulhamento ideológico a professores e estudantes, independentemente de suas posições políticas, deve ser rechaçado. A democracia é valor universal que não pode ser suplantado pelo império do arbítrio”.
Por Sofia Lerche Vieira*
"Se eu nunca tivesse entrado na Universidade Federal do Ceará nunca teria saído da minha bolha e provavelmente teria dificuldade na hora de compreender a realidade do meu próximo".
Por Marília de Castilho*
A decisão anunciada nesta quarta-feira (31) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) o credencia como defensor da Constituição e das liberdades que ela assegura.
Por José Carlos Ruy*
Ministros do STF enviaram uma mensagem nesta quarta (31) contra o autoritarismo e a repressão. Por unanimidade, os confirmaram a decisão de Cármen Lúcia, que suspendeu atos de fiscalização da Justiça Eleitoral em universidades. A corte considerou que as ações policiais e judiciais realizadas na semana passada nas instituições de ensino agrediram a liberdade de expressão de alunos e professores e rechaçaram quaisquer tentativas de impedir a propagação de ideologias ou pensamento naqueles locais.
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar há pouco se referenda a liminar na qual a ministra Cármen Lúcia suspendeu ações policiais e de fiscalização eleitoral nas universidades públicas durante as eleições.
Mais de 29 universidades, em todo o Brasil, são invadidas por policiais e soldados, em busca de propaganda eleitoral de Fernando Haddad.
Por José Carlos Ruy*
A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), ligado ao Ministério Público Federal (MPF) divulgou uma nota de repúdio à onda de ataques contra a liberdade de expressão nas universidades. Instituições de todo o país foram alvos de ações policiais por ordem do TSE, sob o pretexto de fiscalizar suposta propaganda eleitoral irregular.