Ao menos três pessoas foram presas nesta quarta-feira (24) quando protestavam pelo assassinato de um adolescente negro por um policial de Saint Louis, estado norte-americano de Missouri, próximo de Ferguson, onde Michael Brown morreu em situações similares.
Armas não letais, de menor potencial ofensivo, como gás lacrimogêneo, balas e cassetetes de borracha, spray de pimenta e arma de eletrochoque, também conhecida como taser, terão prioridade na ação policial em todo o país, desde que essa opção não coloque em risco a vida dos policiais . É o que determina a Lei 13.060/14 publicada na edição desta terça-feira (23) do Diário Oficial da União.
No boletim da Rádio Vermelho desta segunda-feira (15) confira como o legado das Olimpíadas vai contribuir para a despoluição da Baía de Guanabara. O programa também destaca: Câmara termina o ano sem votar projetos de interesse social, Alba reafirma luta por soberania regional em declaração final e milhares de pessoas protestam nos EUA contra o racismo e a violência policial.
Por Ramon de Castro, para a Rádio Vermelho
Milhares de pessoas participaram neste sábado (13) de protestos contra o racismo e a brutalidade policial nos Estados Unidos, em particular pelo assassinato de Michael Brown e Eric Garner por forças policiais.
Mais jogadores da NBA se uniram aos protestos nos Estados Unidos contra a violência policial na noite desta terça-feira (9), e dezenas de manifestantes novamente bloquearam uma rodovia na Califórnia.
Depois do assassinato de Michael Brown, os Estados Unidos vivenciam mais um novo caso de policial que não vai a julgamento. “Não consigo respirar! Não consigo respirar!” Foi com estes gritos que milhares de pessoas encheram Times Square, no centro de NovaYork, na noite de quarta-feira (3), horas depois de um Tribunal ter decidido não levar a julgamento um policial que assassinou um negro, desarmado, durante uma detenção.
A morte do camelô Carlos Augusto Muniz Braga, de 30 anos, na Lapa (zona oeste de São Paulo), no dia 18 de setembro, levantou uma velha discussão travada há tempos na sociedade sobre a truculência e o despreparo da polícia militar brasileira.
Por Cinthia Ribas*, no jornal Olho Crítico
Os primeiros protestos em Ferguson tinham dois slogans: “Mãos ao alto, não atire” — se referindo às últimas atitudes de Michael Brown antes de ser morto — e “Justiça para Michael Brown.” Na mente dos manifestantes, a justiça só poderia vir com uma acusação de Darren Wilson, o policial que atirou nele.
Os acontecimentos que suscitaram a crise em Ferguson são apenas “a ponta do iceberg”. São um sinal de existência de um tamanho nó de problemas sistêmicos que se acumularam na sociedade norte-americana, segundo opinam peritos. A situação nos arredores de Saint Louis se estabilizou após a intervenção da Guarda Nacional. Por quanto tempo irá durar a pausa?
Por Igor Siletsky, na Voz da Rússia
Gás lacrimogêneo, balas e cassetete de borracha, spray de pimenta e arma de eletrochoque, também conhecida como taser, terão prioridade na ação policial. É o que determina Projeto de Lei aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (26). A matéria, que foi relatada Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pelo senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), segue para sanção.
No segundo dia de manifestações nos Estados Unidos por causa da morte do jovem negro Michael Brown em Ferguson, os protestos se estenderam nesta quarta-feira (26) para mais de 170 cidades de 37 estados do país.
A demora no pagamento de pensão e de tratamento médico e psicológico da família do pedreiro Amarildo de Souza levou a Justiça do Rio, em decisão de segunda instância, a obrigar o governo do estado a custear as obrigações. A decisão unânime dos desembargadores da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) foi proferida no último dia 11 e divulgada nesta terça-feira (25), em nota publicada na página do órgão na internet.