Bolsonaro quer assinar medida ainda nesta semana. Para Benedito Mariano, ouvidor das polícias de São Paulo, governo federal passa para a população a responsabilidade pela segurança pública.
"Este é um importante momento para a segurança pública do meu estado e também do Brasil. A hora é da união de todos, sem vaidades ou oportunismo político. O assunto é muito sério e deve ser tratado com responsabilidade por todos, sem arroubos ou discurso fácil. É o que a população espera de todos nós, que recebemos a sua confiança”.
Por Camilo Santana*
“Ninguém nasce bandido. Mas no Brasil de hoje a coisa mais fácil do mundo é virar um. De nada vai adiantar essa megaoperação envolvendo até homens da Força Nacional se o vácuo deixado pelo crime não for ocupado rapidamente. A atitude precisa ser outra”.
Por Ítalo Coriolano*
Em dois vídeos divulgados por ele próprio nas redes sociais, o estudante de direito do Mackenzie, Pedro Bellitani Baleotti, 25, aparece segurando um revólver e ameaça matar "vagabundo com camiseta vermelha". Ao avistar duas pessoas negras em uma moto, ele afirma: “Tá vendo essa negraiada? Vai morrer! Vai morrer! É capitão, caralho”, numa referência ao então candidato Jair Bolsonaro (PSL), de quem Pedro diz ser fã e eleitor.
Sindicato cobra mais segurança para bancários e população.
O segundo governo do Governador Camilo Santana começou com o desafio de frear ataques violentos em Fortaleza e na Região Metropolitana. Em pouco mais de 24 horas, foram 28 ataques. O estopim para o início das ações criminosas teria sido a divulgação de intervenções no sistema prisional.
São Luís e as cidades que formam a Grande Ilha – Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa – tiveram as maiores quedas no número de homicídios entre todas as capitais nordestinas e suas regiões metropolitanas nos últimos quatro anos.
As cenas do tiroteio na Catedral Metropolitana de Campinas, no interior de São Paulo, seguem gerando angústia e indagações na sociedade.
Declarações de Jair Bolsonaro sobre o tratamento a ser dados aos presos e ao cumprimento de penas confrontam-se com decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal . Para um ministro do STF, a política de encarceramento em massa não deverá ser acolhida pela Corte.
Pesquisas demonstram que o aumento da circulação de armas faz crescer o númeor de homicídios.
Por Maria Carolina Trevisan*
Aumentam os casos de violência com perfil de motivação política envolvendo militantes do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) no Ceará. Depois de uma universitária estuprada na Unifor na última semana e o assassinato de um eleitor de Fernando Haddad que participava de uma carreata em Pacajus, duas jornalistas sofreram agressões enquanto trabalhavam na cobertura da festa dos apoiadores na capital cearense.
Um dos argumentos mais batidos dos bolsonaristas que defendem o amplo uso das armas é o de que isso é um direito do “cidadão de bem”. A formulação abusa do sofisma. Quem é o tal “cidadão de bem”? O que vem a ser “cidadão de bem”, expressão recorrente na boca de gente da pior espécie? Mas o pior é a insinuação de violação da liberdade individual e de mercado (no caso, mercado de armas e munição).
Por Osvaldo Bertolino*