12 de dezembro de 2017 - 17h50

 Hasta siempre, Fidel!

   

 Claudio Machado*

Foi uma noite para falar da revolução cubana, de Fidel, de sua eterna permanência como exemplo para os cubanos e para todas e todos os revolucionários do mundo.

Fidel, como o significado de seu nome, foi fiel a seu povo e aos princípios revolucionários ao longo de toda sua vida, nos momentos brandos e nos mais difíceis dias e anos pelos quais passou Cuba e seu povo. Jamais vacilou, jamais retrocedeu, jamais tremeu, jamais se deixou contaminar pelos apelos fáceis do poder que a tantos e tantas arrastam para as iniquidades, para as futilidades, para os privilégios palacianos.

E foi sobre isso que falamos e a isso que brindamos durantes as diversas horas que passamos usufruindo daqueles e daquelas que compareceram ao evento e aos demais que por motivos justos não puderam ir, mas ansiosos por outras oportunidades.

Mas aproveitamos também para lembrar a importância da data do dia seguinte, 10 de dezembro, que tem um significado muito caro para a humanidade, para a verdadeira democracia e para o socialismo. Nesse mesmo dia, anualmente se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Toda revolução libertária, emancipatória, socialista carrega dentre seus princípios exatamente o dos Direitos Humanos. Em cuba não foi diferente, pois a revolução socialista daquele país é o melhor reflexo da prevenção, promoção, proteção e defesa dos Direitos Humanos dos cubanos.

Para participar do evento, veio de Minas Gerais, mais precisamente de Divinópolis, a cientista social e professora Mônica Santos, que fez parte da caravana brasileira que foi à Rússia por ocasião da comemoração dos 100 anos da revolução socialista de 1917.

Como parte da programação do evento “Hasta Siempre, Fidel”, Mônica fez uma bela apresentação sobre a viagem, com considerações sobre a cultura e sociedade russa atual, em seus aspectos políticos e sociais, o que depois se desdobrou em um rico debate. Aliás o que não faltou naquela noite foram calorosas conversas sobre a revolução cubana, russa e de outros países, sempre tendo como centro o direito inalienável dos povos em buscar a construção de sua soberania e superação do capitalismo..

A ACJM/ES em breve irá divulgar sua programação para o ano de 2018, que será divulgado em nosso sitio na internet, no endereço acjm-es.org.

Hasta siempre, Fidel!



 *Claudio Machado e membro do Comitê Estadual do PCdoB do Espírito Santo.

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