Governo quer auxílio emergencial de R$ 250

Valor é apontado após conversas de presidentes da Câmara e do Senado com equipe econômica do governo.

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O governo pretende recriar o auxílio emergencial com o valor de R$ 250 por mês durante quatro meses para cerca de 40 milhões de pessoas. A despesa total do benefício seria de R$40 bilhões, dos quais R$10 bilhões serão retirados da verba do Bolsa Família e o restante dos recursos obtidos por emissão da dívida.

Para aumentar a dívida, é preciso que o Congresso Nacional aprove a Proposta de Emenda Constitucional Emergencial. A PEC determina as condições para o decreto de Estado de Calamidade Pública e pode ser aplicada em situações como a pandemia, que apresenta um recrudescimento de casos de Covid-19 desde o final do ano passado. A previsão é que a votação no Senado ocorra na quinta-feira (25) e depois ainda terá que ser revisada pela Câmara dos Deputados.

Após reuniões entre os novos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o governo quer que a PEC Emergencial seja aprovada rapidamente para que possa instituir o novo auxílio em meados de março.

A equipe econômica de Guedes propôs um valor de R$200, enquanto os presidentes da Câmara e do Senado defendem R$300. A tendência é que o meio-termo, R$250, prevaleça. A oposição na Câmara defende o valor pago no primeiro auxílio emergencial, que era de R$600.

Com informações de Valor Econômico

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