Em pronunciamento nacional, presidente cobra combate ao feminicídio e defende fim da escala 6×1 enquanto mulheres ocupam ruas do país por direitos e igualdade.
A história do 8 de março e o pensamento marxista revelam como a emancipação das mulheres está ligada às transformações do trabalho, das classes sociais e das estruturas do capitalismo.
Flávia Calé analisa pacto nacional, violência estrutural e agenda do 8 de Março em programa que discute caminhos para superar a emergência global do feminicídio
Jornada das Mulheres ocorre de 11 a 14 de março e propõe a Reforma Agrária Popular como alternativa à destruição ambiental e às desigualdades no campo.
Ana Rocha, ex-assessora do Ministério das Mulheres, destaca avanços como a recriação da pasta, mas alerta para legado de desmonte bolsonarista e a necessidade de ampliar a participação política
Movimentos de mulheres e Jornada do MST reforçaram atos por todo o país ao criticar o alto índice de violência doméstica e a estratégia israelense de genocídio palestino pelo assassinato de mulheres, crianças e recém-nascidos em hospitais.
Entre as lideranças presentes no evento, Bela Gil, Ana Estela Haddad, secretária nacional de Saúde Digital; a ex-vice-prefeita Nádia Campeão (PCdoB) a deputada federal Juliana Cardoso (PT), o deputado federal Rui Falcão (PT-SP)
A data é oportuna para reiterar a defesa de um projeto nacional de desenvolvimento que tenha por centro o fortalecimento da democracia, emprego e renda dignos
Na véspera do Dia Internacional das Mulheres, organizações convidam a população a escutar o relato de mulheres palestinas sobre o genocídio imposto contra seu povo
Este é o primeiro 8 de Março desde que Bolsonaro (PL), alvo da mobilização das mulheres ao longo dos últimos quatro anos, perdeu a reeleição.
Atos estão sendo são organizados por coletivo de mulheres e entidades das mais variadas.
Atos em todo o país são organizados por coletivo de mulheres e entidades das mais variadas.