Um censo realizado pela Prefeitura de Buenos Aires indicou um aumento de 23,1% de pessoas em situação de rua na cidade. Divulgado nesta semana, o levantamento foi realizado no mês de abril e estimou que 1.066 pessoas vivem nas ruas de Buenos Aires, enquanto em abril de 2016 foram contadas 866 pessoas nessa situação na capital argentina.
Milhares de trabalhadores, estudantes e defensores dos direitos humanos se mobilizaram em apoio aos funcionários demitidos pela multinacional estadunidense PepsiCo. Eles exigiram a imediata reincorporação ao quadro da empresa. Outra demanda da manifestação, realizada no centro da cidade, na última terça-feira (18), foi a convocatória para uma greve geral.
Uma campanha internacional que pede a libertação da líder indígena argentina Milagro Sala, lançada nesta segunda-feira (3), já reúne mais de 12 mil assinaturas. A petição online Liberen a Milagro exige que o presidente da Argentina, Mauricio Macri, cumpra uma resolução da ONU, que ordena a liberação imediata da militante.
A renda das mulheres na Argentina é 27% inferior à dos homens. É uma enorme disparidade salarial que aumenta ainda mais no topo e na base da pirâmide. Entre os 10% da população que ganham menos de 300 reais por mês há duas vezes mais mulheres que homens e a porcentagem feminina é superior à masculina até a metade da pirâmide.
Depois de duas vitórias em 20 anos – Mauricio Macri na Argentina e o Legislativo na Venezuela – a direita latino-americana já considerava uma virada do jogo na região. Mas o retorno de Cristina Kirchner, ao anunciar sua candidatura ao Senado e o lançamento de uma coalizão de esquerda, parece desestabilizar novamente as peças do xadrez.
Por Mariana Serafini
O Ministério da Educação argentino enviou às escolas públicas do país manuais de redação com conteúdos que se posicionam contra os direitos à greve e às manifestações sociais. Os livros trazem um texto adaptado do jornal Clarín, que critica uma greve de trabalhadores, como exemplo do uso de formas linguísticas.
O Ministério da Educação argentino enviou às escolas públicas do país manuais de redação com conteúdos que se posicionam contra os direitos à greve e às manifestações sociais. Os livros trazem um texto adaptado do jornal Clarín, que critica uma greve de trabalhadores, como exemplo do uso de formas linguísticas.
Um relatório do Centro de Estudos Econômicos Sociais Scalabrini Ortiz (Ceso) constatou que o poder de compra dos trabalhadores, aposentados e beneficiários de programas sociais argentinos diminuiu desde a chegada de Mauricio Macri à presidência da Argentina.
Intelectuais e movimentos sociais argentinos realizarão um encontro para declarar apoio ao governo da Venezuela devido à convocação da Assembleia Constituinte, feita pelo presidentes Nicolás Maduro no último 1º de Maio.
A ocorrência de feminicídios cresceu na Argentina em 2016. O Registro Nacional de Feminicídios da Justiça Argentina mostra que houve no ano 254 assassinatos de mulheres por questões de gênero, um aumento de 8% em relação a 2015.
Susana Malcorra renunciou nesta segunda-feira (29) ao cargo de chanceler da Argentina. O anúncio foi feito por Malcorra, o presidente, Mauricio Macri, e o chefe de gabinete, Marcos Peña, durante um pronunciamento à imprensa em Buenos Aires.
Em entrevista à TV argentina nesta semana, a ex-presidente Cristina Kirchner fez duras críticas ao atual governo de seu país, liderado por Mauricio Macri, e também não poupou Michel Temer, presidente do Brasil, classificado por ela como “um farsante cafona”.