Nesta campanha para a Presidência da República, mais do que nas passadas, uma cortina de fumaça encobre as forças em jogo. Recuemos no tempo para lançar luz sobre os dois projetos em disputa.
Por Cláudio Ferreira Lima*
O 65º aniversário da Organização das Nações Unidas (ONU) será celebrado, no Brasil, com uma exposição fotográfica que conta a história da cooperação entre o País e a ONU. A exposição será inaugurada na próxima segunda-feira (25), no Palácio Itamaraty, em Brasília, com a presença do Secretário-Geral das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do Coordenador-Residente do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek, além de ministros, diplomatas e representantes dos programas da ONU no País.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (15) mostra a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando à Presidência, Dilma Rousseff, com seis pontos percentuais de vantagem sobre o tucano José Serra (PSDB).
Em 2030, o Brasil deve ter 206,8 milhões de habitantes, atingindo seu pico de população. No entanto, a menos que ocorra um aumento na fecundidade no país, em 2040 a população brasileira já vai ter encolhido para 204,7 milhões de habitantes. Nesse processo, a tendência é de que haja uma redução rápida da população jovem e um superenvelhecimento da população dentro de 20 anos.
Pesquisa Datafolha divulgada na edição de domingo, 10, do jornal 'Folha de S.Paulo' aponta a candidata do PT à Presidência da República com 48% das intenções de votos contra 41% de José Serra (PSDB). Em número de votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 54% contra 46% de Serra. 4% dos eleitores afirmaram que irão votar em branco ou nulo e outros 7% estão indecisos.
Um eventual governo da candidata Dilma Rousseff respeitará a liberdade de imprensa, de opinião e de convicção religiosa, a exemplo do que fez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesses quase oitos anos de mandato, garantiu sexta-feria (8) o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República e um dos coordenadores da campanha do PT à Presidência, Marco Aurélio Garcia, que criticou o terrorismo e a campanha de mentiras e manipulações da chapa demo-tucana.
Não foi pequeno o número de erros cometidos pelas pesquisas nestas eleições, fato que vem despertando a crítica de estudiosos. Os Institutos admitem que não é possível obter resultados rigorosamente precisos em suas projeções a cada eleição, mas defendem a metodologia utilizada atualmente para apurar as intenções de votos no Brasil.
O ministro Arnaldo Versiani, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), indeferiu o registro de candidatura de Raimundo Pinheiro dos Santos (PDT) a deputado estadual no Pará, a pedido do Ministério Público Eleitoral, com base na Lei da Ficha Limpa.
Apesar de ainda permanecer em cima do muro e não declarar apoio a nenhum dos candidatos à Presidência da Repúblicaa, a ex-presidenciável do PV, Marina Silva, disse sexta-feira (8) que o Brasil está preparado para ter uma mulher na Presidência da República e que caberá a quem está na disputa como mulher (ou seja, Dilma Rousseff) “conquistar os votos dos eleitores”.
Cerca de duas mil pessoas estiveram reunidas no início da tarde desta sexta-feira (8/10), no Hotel Pestana, Rio Vermelho, em Salvador, em ato de apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. Prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, dirigentes partidários, lideranças políticas e dos movimentos sociais discutiram estratégias de trabalho para a campanha de Dilma na Bahia, dando início oficial à campanha do segundo turno no estado.
Muito se tem especulado sobre quem Marina vai apoiar no segundo turno. O bom senso indica ser recomendável analisar o que representa a candidata e o alcance do PV. Quer dizer, separar o joio do trigo. Ao que parece, a surpreendente votação foi dada à Marina, pelo que ela representou na conjuntura do primeiro turno, ao se colocar como uma terceira via que rejeitava o passado neoliberal e criticava o presente pelo que ela chamava de lentidão nos avanços sociais.
Por Rogaciano Medeiros*
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve nesta sexta-feira (08) o nome indicado para ser o próximo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A sugestão é do presidente da Bolívia, Evo Morales. Para ele, os líderes políticos da América Latina e da África devem se unir em favor da candidatura de Lula para as Nações Unidas.