A quarta pesquisa mensal do Procon Fortaleza com produtos que compõem a cesta básica identificou elevação de preços em 14 dos 31 itens pesquisados, enquanto outros 14 apresentaram redução e três mantiveram os mesmos valores. O levantamento foi realizado de 23 a 25 de junho e a comparação tem por base coleta feita no mês anterior.
O valor da cesta básica caiu em junho em dez das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (7). A queda foi puxada principalmente pela desaceleração nos preços do feijão, batata, óleo de soja, banana e tomate.
Os preços dos alimentos essenciais subiram, em março, em 16 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores elevações apuradas na Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos foram registradas em Campo Grande (MS), 12,85%; Goiânia (GO), 12,61%; Porto Alegre (RS), 12,52%; e Curitiba (PR), 12,29%. Já Manaus (AM) e Belo Horizonte (MG) apresentaram retrações de -1,25% e -0,41%, respectivamente.
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( Dieese) divulgou, nesta quinta-feira (5), pesquisa que indica aumento da cesta básica em 15 capitais. Em novembro, 15 das 18 capitais pesquisadas tiveram aumento no preço do conjunto de gêneros alimentícios essenciais.
O preço da cesta básica em agosto caiu em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores quedas no preço do conjunto de produtos alimentícios essenciais ocorreram em Goiânia (-4,04%), Fortaleza (-3,96%) e no Recife (-3,43%).
O preço da cesta básica caiu em julho nas 18 capitais pesquisadas mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A última vez em que houve recuo no preço em todas as localidades acompanhadas pelo órgão foi em maio de 2007, quando o levantamento era feito em 16 cidades (não participavam Manaus e Campo Grande).
O plenário da Câmara concluiu na noite desta terça-feira (12) a votação das emendas e destaques que pretendiam alterar o texto aprovado pelos deputados da Medida Provisória (MP) 609, que desonera produtos da cesta básica e permite ao governo subsidiar a redução da conta de luz com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Com isso, a MP segue agora para apreciação do Senado Federal.
O preço da cesta básica na cidade de São Paulo caiu 0,23% entre os dias 22 e 28 de março deste ano, divulgou hoje (28) a Fundação Procon-SP, por meio de um levantamento diário feito em convênio com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Este foi o tom dado pela presidenta Dilma Rousseff que chamou a atenção dos empresários que é preciso ter “consciência” da importância desta medida para que o preço destes itens sejam sentidos pelo consumidor final.
Na última sexta-feira (8), em pronunciamento nacional, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a implementação da Medida Provisória 609, que desonera de impostos federais os produtos que compõem a cesta básica. A notícia repercutiu positivamente em diversos setores da sociedade.
Joanne Mota e Erika Ceconi, da Rádio Vermelho em São Paulo
Anunciada na última sexta-feira (8), no Dia Internacional da Mulher, pela presidenta Dilma Rousseff, a Medida Provisória 609, que desonera de impostos federais os produtos que compõem a cesta básica, foi recebida pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) com total apoio. Em nota, o presidente da CTB, Wagner Gomes, destacou que a "iniciativa veio em boa hora e merece total apoio da classe trabalhadora brasileira".
Nas comemorações do Dia Internacional da Mulher, a presidenta Dilma Rousseff voltou a ocupar a rede nacional de rádio e TV para anunciar o corte dos impostos nos produtos da cesta básica. A medida visa baratear o custo da alimentação na mesa dos brasileiros e combater a inflação. De imediato, o PSDB estrebuchou e a mídia acusou a iniciativa de “populista” e “eleitoreira”.
*Por Altamiro Borges, em seu blog