Nestes dias no Congresso, o governo de Piñera prepara seu golpe final contra os trabalhadores. Escondido sob um título raro – multirut – a nova maneira de governar prepara sua última, mas nada inovadora, piada: fazer como se houvessem progressos a favor dos trabalhadores, para deixar as coisas como estão, ou neste caso, pior.
Por José Luis Ugarte*
Parentes e amigos de vítimas da ditadura no Chile se esforçam para impedir que o ex-ditador Augusto Pinochet (1973–1990), responsável por um dos governos mais violentos da América Latina, seja homenageado no próximo dia 10.
Parlamentares e autoridades acadêmicas do Chile incitaram ao Estado para gerar ações a favor do reconhecimento da independência do povo saaraui, em seminário organizado pela vice-presidência do Senado, em Santiago.
O chanceler do Chile, Alfredo Moreno, disse acreditar que nenhuma declaração em defesa da reivindicação boliviana de uma saída ao mar será emitida durante a Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), que acontecerá neste final de semana em Cochabamba, na Bolívia.
Organizações sindicais e cidadãs do Chile repudiaram o novo aumento nas tarifas do transporte público que entram em vigor nesta quinta-feira (31), a oitava do governo de Sebastián Piñera.
Um dos mais ferrenhos opositores da ditadura Pinochet, o diplomata e intelectual Heraldo Muñoz relata e analisa suas memórias políticas do país sob o ditador – que liderou um governo sangrento que durou 17 anos e deixou cerca de 40 mil vítimas de prisão, tortura, morte ou desaparecimento. A história é contada no livro "A Sombra do Ditador – memórias políticas do Chile sob Pinochet", que será lançado nesta quinta-feira (31), às 18 horas, na Universidade de Brasília (UnB).
Arte que retrata denuncia e resistência frente às arbitrariedades da ditadura chilena. A mostra começará na cidade de Brasília, de 22 à 29 de março. Depois ela seguirá para Porto Alegre (10/4 a 17/4), Curitiba (7/5 a 14/5), Belo Horizonte (18/5 a 24/5) e Rio de Janeiro (29/5 a 5/6). A entrada é gratuita.
A organização de uma homenagem ao ex-ditador chileno Augusto Pinochet (1973-1990) no próximo dia 10 gerou protestos no país e reações de movimentos sociais e de defesa dos direitos humanos, assim como protestos no Parlamento.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Arturo Martínez, insistiu nesta terça-feira (29) no aumento do salário mínimo por causa do custo de vida no país.
Organizações sociais do Chile vinculadas aos serviços de saúde denunciaram situação de insegurança no trabalho e de perseguição aos funcionários.
Os comentários do Ministro da Economia do Chile, Pablo Longueira, sobre a questão do Crédito da Corporação de Fomento da Produção (Corfo) não agradaram os estudantes chilenos. No último sábado (26), a Confederação de Estudantes do Chile (Confech) e a Agrupação de Estudantes Enganados pelo Crédito Corfo divulgaram um comunicado sobre o projeto do Crédito Corfo e as declarações de Longueira.
Um grupo de apoiadores da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) quer relançar o Partido do Avanço Nacional (PAN), criado em 1984 pelo ex-chefe de operação da Central Nacional de Inteligência do Chile, Álvaro Cosbalán. Um relatório oficial de agosto de 2011 sobre a ditadura Pinochet estima em mais de 40 mil as vítimas desse regime, entre elas 3.225 mortos ou desaparecidos.