O presidente da Confederação de Trabalhadores do Cobre do Chile, Cristian Cuevas, ressaltou o significado histórico do plebiscito pela educação que acontece entre hoje e amanhã em todo o país sul americano.
A quinta-feira (6) foi marcada pelo clima tenso provocado pela repressão da polícia de Santiago (Chile) contra a 37ª marcha convocada pelos estudantes da Confederação de Estudantes do Chile (Confech), que terminou com repressão, 26 detidos e oito feridos, segundo um balanço preliminar da Intendência Metropolitana.
Após duas reuniões frustradas com o governo, os estudantes chilenos, que estão há cinco meses em greve pedindo mudanças no sistema educacional, decidiram abandonar a mesa de negociações. Eles acusam o ministro da Educação, Felipe Bulnes, de não fazer concessões em relação à gratuidade no ensino superior, principal demanda do movimento.
O governo chileno calcula que 12.423 pessoas vivam nas ruas do país atualmente, como revelaram dados divulgados hoje pela "Pesquisa Rua", que foi realizada a pedido do Ministério de Planejamento em 220 dos 342 distritos do Chile.
O governo chileno calcula que 12.423 pessoas vivam nas ruas do país atualmente, como revelaram dados divulgados pela "Pesquisa Rua", que foi realizada a pedido do Ministério de Planejamento em 220 dos 342 distritos do Chile.
Será instalada hoje uma mesa de diálogo entre o governo do Chile e os principais atores do Movimento Social por uma Educação Pública e Gratuita, defensores de mudanças estruturais no sistema sociopolítico. A negociação, no entanto, é marcada por diversos entraves.
A Confederação dos Estudantes do Chile (Confech) acusou o governo de tentar romper o diálogo com o anúncio de que as penas para quem ocupar as instituições de ensino serão aumentadas. Apesar disso, os estudantes ratificaram sua disposição em manter a conversa agendada para a quarta-feira (5).
A Confederação dos Estudantes do Chile (Confech) acusou o governo de tentar romper o diálogo com o anúncio de que as penas para quem ocupar as instituições de ensino serão aumentadas. Apesar disso, os estudantes ratificaram sua disposição em manter a conversa agendada para a quarta-feira (5).
A Confederação dos Estudantes do Chile (Confech) acusou o governo de tentar romper o diálogo com o anúncio de que as penas para quem ocupar as instituições de ensino serão aumentadas. Apesar disso, os estudantes ratificaram sua disposição em manter a conversa agendada para a quarta-feira (5).
A Confederação dos Estudantes do Chile (Confech) acusou o governo de tentar romper o diálogo com o anúncio de que as penas para quem ocupar as instituições de ensino serão aumentadas. Apesar disso, os estudantes ratificaram sua disposição em manter a conversa agendada para a quarta-feira (5).
A Confederação dos Estudantes do Chile (Confech) acusou o governo de tentar romper o diálogo com o anúncio de que as penas para quem ocupar as instituições de ensino serão aumentadas. Apesar disso, os estudantes ratificaram sua disposição em manter a conversa agendada para a quarta-feira (5).
O presidente do Chile, Sebastián Piñera, assinou, neste domingo (2), um projeto de lei que prevê reformar o Código Penal do país, endurecendo as punições judiciais contra quem causar desordem pública e atacar a polícia durante manifestações. A iniciativa acontece após cinco meses de protestos estudantis, que exigiram uma educação de qualidade e gratuita, e que terminaram muitas vezes sendo reprimidos pela polícia.