Na manhã do oitavo dia de greve (29/04) da construção civil de Fortaleza, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza (STICCMF) participa de negociação com o sindicato patronal. A negociação acontece na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/CE), localizada na Rua 24 de maio, 178, Centro.
A greve dos trabalhadores na indústria da construção civil da Região Metropolitana de Fortaleza terá nesta quinta-feira (28/04) seu sétimo dia de mobilização com assembleia. A concentração deve reunir cerca de 2 mil trabalhadoresna Praça Portugal, localizada no bairro Aldeota, em Fortaleza. A assembleia deverá avaliar os resultados da oitava mesa de negociação entre os trabalhadores e o sindicato patronal, realizada na quarta-feira (27/04).
Sindicato realiza ato em solidariedade e contra as demissões dos trabalhadores da construção civil do Brasil.
A quarta assembleia de greve pela campanha salarial 2011, deve reunir cerca de 2 mil trabalhadores na manhã desta segunda-feira (25/04), na Praça Portugal, localizada no bairro Aldeota, em Fortaleza. A mobilização acontece após o sindicato patronal não apresentar uma proposta para os trabalhadores durante a mesa de negociação ocorrida na tarde da quarta-feira (20/04).
A greve geral dos trabalhadores da Indústria da construção civil de Fortaleza e Região Metropolitana continua e segue a mobilização da categoria. Não houve qualquer pronunciamento da Justiça do Trabalho sobre abusividade ou ilegalidade do movimento.
Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Fortaleza e região Metropolitana (STICCRMF) participa de mesa de negociação com sindicato patronal nesta quarta-feira (20/04)
Os trabalhadores na construção civil de Fortaleza continuam nesta terça-feira (19/04) as paralisações das atividades dos canteiros de obras em Fortaleza
Os trabalhadores na construção civil de Fortaleza iniciam nesta segunda-feira (18/04) as paralisações das atividades dos canteiros de obras em Fortaleza
Num país tão grande e diversificado como o Brasil o contrato coletivo nacional de trabalho vai se impondo como uma necessidade contra a exploração capitalista das diferenças econômicas regionais.
A lista de reivindicações que os trabalhadores de São Domingos apresentaram ao consórcio Engevix/Galvão é um rosário de itens da exploração patronal.
A exploração dos trabalhadores em algumas grandes obras públicas, tocadas por empresas grandes e modernas, reproduz formas de opressão seculares.
Março assistiu ao levante dos trabalhadores da construção civil em um conjunto de obras em vários estados. As greves envolveram 80 mil operários e sinalizam, a patrões que teimam em repetir formas de opressão típicas do “Brasil Grande” da época da ditadura militar, que o país mudou e os trabalhadores não aceitam mais maus-tratos, atrasos e faltas de pagamento, e exigem condições dignas de trabalho e renda.
Por José Carlos Ruy