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Copom inicia reunião, com aposta em queda menor dos juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou na manhã desta terça-feira (6) a primeira reunião de 2018, que termina no final da tarde amanhã, com aposta majoritária em nova queda da taxa básica de juros (Selic), mas em ritmo menor. Atualmente em 7% ao ano, a taxa deverá ser cortada em 0,25 ponto percentual, para 6,75%.

Copom deve cortar de novo os juros, mas economia segue patinando

 Taxa básica deve cair amanhã para seu menor nível histórico, mas indicadores não autorizam discurso ufanista do governo sobre retomada, em um país profundamente desigual.

BC ignora crise e vai desacelerar ritmo de redução da taxa de juros

Apesar de o Brasil continuar dono de umas das taxas de juros reais (descontada a inflação) mais altas do mundo, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, reiterou nesta segunda (2) que a instituição tende a optar por um corte menor na Selic, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), este mês.

 BC mantém 'pé no freio' na economia com juros reais de 6% ao ano

 "Brasil se organiza para que os rentistas continuem tendo a garantia de receber regularmente os recursos que esperam, e a economia real continua paralisada", diz diretor técnico do Dieese.

Com referências à "incerteza", Copom reduz Selic para 10,25%

Pela sexta vez seguida, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros, desta vez em um ponto percentual, para 10,25% ao ano, no menor nível da Selic desde o final de 2013, em termos nominais. A esperada decisão, anunciada no final da tarde desta quarta (31), foi novamente sem viés e unânime. Antes da mais recente crise envolvendo o governo, esperava-se uma redução um pouco maior, de até 1,25 ponto.

Em meio à recessão Temer, até "mercado" defende corte maior de juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central iniciou nesta terça (10) sua primeira reunião de 2017, com apostas unânimes no terceiro corte seguido da taxa básica de juros, a Selic, maior que os anteriores. A maioria ainda acredita em diminuição de 0,50 ponto percentual, para 13,25% ao ano, mas alguns admitem estimativa de 0,75 ponto de queda, o que levaria os juros a 13%. O resultado sai no início da noite de quarta (11).

Lécio Morais: Copom, uma decisão para inglês ver? 

A última reunião do Copom ao reduzir a meta da taxa Selic de 14,25% para 14% foi uma decisão política. Ela não foi feita para gerar resultado prático, mas para engrossar as expectativas criadas pelos mercados financeiros de que o pior da crise econômica já passou e que a taxa de inflação consolidou uma virada para baixo.

Por Lécio Morais*

Copom se reúne para definir taxa de juros em meio a impeachment

O Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou nesta terça (30) reunião de dois dias para definir a taxa básica de juros, a Selic. É o segundo encontro sob o comando do novo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, que fez mudanças na comunicação e no formato da reunião.

Contra retomada do crescimento, BC mantém Selic em 14,25%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros (Selic) em 14,25%. A decisão, unânime e sem viés, foi anunciada nesta quarta (20), na primeira reunião sob o comando de Ilan Goldfajn. O BC, em seu comunicado, engrossa os pedidos de ajustes na economia, "de forma mais célere", sob pretexto de controlar inflação. Representantes das centrais sindicais classificaram a decisão como prejudicial à economia e aos trabalhadores, positiva apenas para o rentismo. 

Centrais criticam decisão do Copom, que só agrada especuladores

A decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Bacen) de manter a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% foi criticada pelas centrais sindicais do país. Para os sindicalistas, a manutenção dos juros em patamar tão elevado só é boa para especuladores e contraria os interesses dos trabalhadores. 

Copom decide manter juros em 14,25% ao ano 

Pela quinta vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve nesta quarta (2) a taxa Selic em 14,25% ao ano, o mais alto patamar desde julho de 2006. A decisão era esperada pelos analistas, que preveem que a taxa permanecerá inalterada até o fim do ano. Mas desagrada trabalhadores, empresários e acadêmicos, que defendem uma redução na Selic como passo necessário para retomar o crescimento da economia.  

Inflação cai nas sete capitais analisadas pelo IPC-S

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre janeiro e fevereiro. O recuo foi de um ponto porcentual no período, ao desacelerar de 1,78% para 0,76%. Os dados foram divulgados nesta quarta (02), dia em que o Comitê de Política Monetária está reunido para decidir os rumos da taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic. 

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