O adiamento foi motivado pela alteração do relatório do senador Márcio Bittar (PSL-AC). Assim, o presidente da CAE, senador Otto Alencar (PSD-BA) informou que determinará uma nova data para análise do parecer
Conselho Deliberativo da FUP aprova agenda de resistência, começando esta semana com setoriais nas bases para discutir a organização do movimento, caso o governo Bolsonaro leve adiante ameaça de privatização da Petrobras, via projeto de lei no Congresso
Nada justifica a privatização dos Correios a não ser interesses privados monopolistas.
“É preciso que a sociedade reaja a mais este rolo compressor. Como bem pontua a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect), a venda dos Correios gerará desemprego e o serviço postal passará a ser para poucos”
“Privatização dos Correios entregou manjar no Chile. Estado ficou com bagaço”, afirma Juan Riquelme Varela, presidente da Federação dos Trabalhadores dos Correios do Chile
A onda de privatizações obedece à lógica patrimonialista e rentista do moderno capital financeiro, em seu furor de aquisições de ativos existentes. Nada tem a ver com a qualidade dos serviços prestados, mesmo porque os exemplos são péssimos.
O senador capixaba lamento o uso inadequado de recursos públicos numa ação destinada a pressionar parlamentares.
Contarato pede explicações ao Ministério das Comunicações sobre campanhas publicitárias defendendo privatização dos Correios
Em meio ao investimento do governo em propaganda, votação pela privatização dos Correios reuniu 173 votos contrários. Resistência continua no Senado.
Especialistas detalham evolução da situação da estatal e desmistifica argumentos do Governo Bolsonaro para privatização, revelando os danos para os brasileiros.
Ministro das Comunicações, Fábio Faria, dedica-se a tentar convencer a sociedade sobre a necessidade de entregar a estatal ao setor privado, mesmo não sendo uma empresa ineficiente que dê prejuízo.
“Para se ter ideia, em 2020, os Correios tiveram lucro líquido de R$ 1,53 bi superando 2019, quando o lucro foi de R$ 102 milhões. Vendido, o monopólio dos Correios será quebrado e consequentemente haverá aumento nas tarifas dos serviços prestados para a população”