A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã dessa quinta-feira (25/10), uma operação batizada de “Pedra Furada” para combater irregularidades na exploração e comércio de minerais na Bahia. Pelo menos onze pessoas já foram presas na capital e no interior, incluindo estrangeiros que vêm ao Brasil em busca de pedras preciosas.
O comandante da marinha norte-americana acantonada no Japão, Rear Dan Cloyd, apresentou nesta terça-feira (23) ao vice-prefeito de Okinawa, Kanetoshi Yoseda, um pedido oficial de desculpa pelo estupro de uma japonesa por dois soldados norte-americanos.
Mesmo com todas as provas e o pedido do Ministério Público de prisão preventiva, os acusados pelos assassinatos de Paulo Colombiano e Catarina Galindo, em junho de 2010, continuam soltos. O juiz Paulo César Barbosa de Oliveira, da 1ª Vara do Júri Sumariante, negou o pedido na última quinta-feira (18/10) e lhes deu prazo de 10 dias para apresentar uma defesa, ou seja, até domingo. Os promotores responsáveis pela denúncia foram notificados formalmente na sexta-feira (19/10).
No último dia 5 de outubro, o Ministério Público denunciou os cinco acusados dos assassinatos de Paulo Colombiano e Catarina Galindo e pediu as prisões preventivas deles. Agora, falta o Tribunal de Justiça proferir parecer. Enquanto a resposta não sai, a população pressiona o Judiciário para que seja favorável. Para isso, familiares, sindicalistas e amigos fazem vigília em frente ao Fórum Ruy Barbosa, no no bairro de Nazaré, a partir das 10h desta quarta-feira (10/10).
O Ministério Público da Bahia solicitou a prisão preventiva dos envolvidos nos homicídios dos sindicalistas Paulo Colombiano e Catarina Galindo. Agora, tudo depende do parecer do juiz. De acordo com o promotor Dorival Joaquim da Silva, o parecer deve ser anunciado nos próximos dias. “Caso não seja favorável, eu vou recorrer. Existem provas suficientes da autoria do crime”.
Nesta quinta-feira (4/10), o Ministério Público Estadual (MPE) denunciou e solicitou a prisão preventiva dos acusados de participarem dos homicídios de Paulo Colombiano e Catarina Galindo. A ação do MPE é direcionada a Claudomiro Cesar Ferreira Santana, Cássio Antônio Ferreira Santana, Adailton Araújo de Jesus, Edilson Duarte Araújo e Wagner Luiz Lopes de Souza.
Estudo divulgado pela Norton da Symantec, nesta quinta-feira (4), aponta que o crime cibernético gerou prejuízos de R$ 15,9 bilhões no Brasil no último ano. A pesquisa mostrou que 28,3 milhões de pessoas foram vítimas deste tipo de crime no país – cada uma perdeu, em média, R$ 562.
Confrontos envolvendo a Polícia Militar (PM) de São Paulo provocaram a morte de 229 pessoas só no primeiro semestre deste ano. Os dados são da Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo. Segundo o ouvidor, Luiz Gonzaga Dantas, o número representa crescimento até então, já que em 2011 438 pessoas morreram em confrontos com a polícia durante todo o ano.
O senador Paulo Paim (PT-RS) pretende indicar um novo relator para o projeto de lei que criminaliza a homofobia logo após a conclusão dos trabalhos da comissão especial de senadores que trata da reforma do Código Penal. A espera é necessária porque a proposta de código em tramitação também tipifica crimes por discriminação ou preconceito de “identidade ou orientação sexual”.
O projeto de lei que criminaliza a homofobia aguarda desde o dia 18 designação de um novo relator na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A relatoria da matéria era da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que no dia 13 deste mês, assumiu o Ministério da Cultura em substituição à cantora e compositora Ana de Holanda.
Ao participar da sétima edição do seminário segurança da Informação (Seginfo), realizada no Rio de Janeiro, de 30/08 a 01/09, o delegado da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Emerson Wendt, criticou duramente a atual estrutura criada no país para combate aos crimes cibernéticos.
Nos bairros “nobres”, arrastões e policiamento reforçado. Nas periferias carentes, mortes, clima de medo e abusos policiais. Este é o cenário que domina a cidade e o estado de São Paulo na atualidade. A milionária propaganda tucana sobre os avanços na segurança pública, que insinuava um paraíso na terra, foi para o ralo.
Por Altamiro Borges, em seu blog