Erinaldo de Vasconcelos Silva, um dos oito acusados de participar do assassinato de três auditores fiscais do Trabalho e de um motorista do Ministério do Trabalho, confessou ter atirado nas vítimas da chamada Chacina de Unaí, ocorrida em 28 de janeiro de 2004. Ele é um dos três réus do caso que estão sendo julgados em tribunal do júri iniciado terça-feira (27), em Belo Horizonte. (MG).
Nesta semana, o país lembrou o dia 29 de agosto de 1993, quando 13 homens, seis mulheres e dois adolescentes, que moravam na Favela de Vigário Geral, na zona norte do Rio de Janeiro, foram brutalmente assassinados, com tiros na cabeça e nas costas, por um grupo de extermínio chamado de cavalos corredores, formado por 36 policiais militares. Nenhuma das vítimas tinha antecedentes criminais e nem envolvimento com o tráfico.
Os 20 anos da Chacina de Vigário Geral estão sendo lembrados nesta quinta-feira (29) com uma vigília, a partir das 19h, na própria comunidade. Na praia do Leme, zona sul do Rio, em mais uma iniciativa do movimento Rio de Paz, um “cemitério simbólico” foi montado na areia, com 21 cruzes simbolizando cada uma das vítimas da chacina, além de um caixão.
O estudante Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13, contou para dois amigos de classe que havia matado os pais, a avó e a tia-avó. A revelação foi feita, segundo os colegas, na segunda-feira (5), minutos antes do início das aulas. Eles prestaram depoimento na terça (20) e eles vão de encontro com a principal linha de investigação da polícia de que Marcelo matou a família, dirigiu com o carro dos pais até a escola, frequentou as aulas de manhã, retornou para casa de carona e, depois, se matou.
Na manhã de terça-feira (19), no centro de Chapecó (SC), dois homens com capacetes, um armado com uma faca e outro com um facão, atacaram violentamente Patrick Monteiro, assessor parlamentar do vereador Paulinho da Silva (PCdoB). Os dois homens se aproximaram dele perguntaram se ele era o Patrick. Ao se identificar acabou esfaqueado.
Há um mês, Amarildo de Souza desapareceu, no Rio de Janeiro, depois de ter sido levado para ‘averiguação’ por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha. Depois de muita pressão popular nas redes sociais e mídia alternativa, o Jornal Nacional, da Rede Globo, dedicou ao ajudante de pedreiro 6 minutos e 44 segundos de sua edição de quarta-feira (14).
Organizações sociais denunciam o assassinato do trabalhador rural, Welbert Cabral Costa, de 26 anos, que teria sido morto por um funcionário da Fazenda Vale do Triunfo, do Grupo Santa Bárbara, pertencente ao banqueiro Daniel Dantas, no dia 27 de julho deste ano.
A capital baiana teve no mês de julho de 2013, o menor número de crimes violentos letais intencionais (CVLIs), que envolvem homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, dos últimos seis anos. Em números absolutos, foram 98 registros, contra 132 no mesmo mês de 2012, representando a preservação de 34 vidas – uma redução de CVLIs de 25,8% na capital. Já na Região Metropolitana de Salvador (RMS) a redução foi de 15,9%
O morador de rua queimado no Guará I na última quinta-feira morreu após passar três dias internado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).
O morador de rua Edivan da Lima Silva, 48 anos, foi atacado nesta quinta-feira (1º/8) por volta das 5h38, no Guará, cidade do Distrito Federal a cerca de 10 quilômetros de Brasília. Pelos relatos prestados aos policiais, três pessoas encapuzadas atearam fogo no morador enquanto ele dormia em uma praça.
Quase a totalidade (95%) das pessoas feridas em confronto com a polícia paulista e que foram transportadas por policiais civis ou militares, entre 2 de janeiro e 31 de dezembro de 2012, morreram no trajeto ou no hospital.
Na segunda-feira (29/07), amigos e familiares de Paulo Colombiano e Catarina Galindo, vítimas de um crime encomendado em junho de 2010, fazem nova manifestação em Salvador, para cobrar celeridade no julgamento dos acusados. Desta vez, o ato vai ser em frente ao Supermercado Atacadão Centro Sul, que fica no bairro da Calçada, a partir das 10h.