De acordo com cálculo do Dieese, o salário mínimo para sustentar uma família de quatro pessoas no Brasil deveria ser de R$ 3.518,51, em dezembro de 2015. O valor é 4,47 vezes o salário válido no mês, de R$ 788. A estimativa foi divulgada nesta sexta-feira (9).
Com o reajuste de 11,67% e valor de R$ 880, a partir de 1º de janeiro, o salário mínimo nacional terá alcançado um ganho real de 77,3% acima da inflação acumulada desde 2002 e injeta R$ 57 bilhões na economia. As informações são apontadas em nota técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgada nesta segunda (29).
Em 18 de setembro, um grupo de 24 alunos recebeu o certificado de conclusão de curso superior em Ciências do Trabalho. Era a formatura da primeira turma organizada pelo Dieese, iniciada em 2012, completando um percurso histórico de 60 anos. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos foi criado em dezembro de 1955 com a ideia, entre outras, de ser um centro de estudos e formação, aproximando-se da academia, mas tendo como base o mundo do trabalho.
Segundo dados do Dieese, o Brasil possui hoje mais de 12 milhões de trabalhadores terceirizados. A informação foi apresentada nesta quinta (27) pelo procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR), Gláucio Araújo de Oliveira, no IX Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh). E terceirização, como se sabe, costuma ser sinôniomo de precarização.
As seis principais centrais sindicais, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e setores empresariais, como Anfavea e a Abimaq, reunidos nesta segunda-feira (23) na sede do Dieese, em São Paulo, reafirmaram seu “Compromisso Permanente pelo Desenvolvimento” e formularam um manifesto reunindo propostas comuns para que se dê um novo rumo à economia brasileira.
A participação dos negros no mercado de trabalho aumentou entre 2013 e 2014, nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo. Mas o rendimento médio dessa parcela da população, embora tenha melhorado, ainda é expressivamente inferior ao dos não negros. Esta é a faceta visível da tão dissimulada discriminação racial do Brasil.
Até o próximo mês, o pagamento do 13º salário injetará aproximadamente R$ 173 bilhões na economia brasileira, de acordo com cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgados nesta quarta-feira (11).
Lideranças de centrais sindicais, entre elas o presidente da CTB, Adilson Araújo, se reuniram ao longo de toda a manhã desta segunda-feira (9) com representantes do Dieese para debater propostas e alternativas de combate à crise com o intuito de destravar investimentos e garantir a geração de emprego, sobretudo nos setores de petróleo e gás, indústria naval e da construção civil.
Apesar da crise, no primeiro semestre deste ano, 69% das negociações analisadas pelo Sistema de Acompanhamento de Salários do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (SAS-Dieese) conquistaram aumentos reais. Os reajustes acima da inflação se concentraram na faixa de até 1% de ganho real, de acordo com os dados divulgados hoje (27) pela entidade, na capital paulista.
Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, em sua coluna na Rádio Brasil Atual, fala sobre a General Motors que surpreendeu ao anunciar investimento de R$ 13 bilhões em duas fábricas no Brasil. A empresa aposta na retomada da economia e no crescimento das vendas, aqui e também em outros países emergentes.
Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, afirmou que o eventual aumento na taxa de juros (Selic) na reunião mensal do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, que se encerra nesta quarta-feira (29), é um remédio exagerado para o controle da inflação, que vai aprofundar o quadro recessivo e o arrocho salarial no país.
As centrais sindicais e o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) debateram nesta quarta-feira (22), em São Paulo, o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado por medida provisória no último dia 6 e publicado nesta quarta no Diário Oficial da União.