"O Distrito Federal (DF) é uma das unidades da federação mais desiguais do Brasil, com forte contraste entre ter a maior renda per capita do país e uma das menores rendas dos mais pobres. Esta realidade socioeconômica projeta uma realidade de forte divisão de classes, e as forças de esquerda, até hoje, não conseguiram formular um projeto efetivamente alternativo, para interferir nesta realidade".
Estreante na política, o advogado milionário Ibaneis Rocha (MDB) foi eleito neste domingo (28) para ser governador do Distrito Federal ao longo dos próximos quatro anos. Ele derrotou o atual governador, Rodrigo Rollemberg (PSB), no segundo turno da disputa.
Manifestantes que protestavam contra o aumento das passagens de ônibus no Distrito Federal ocuparam as ruas da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), nesta terça-feira (10) uma das principais vias do Distrito Federal. Pneus foram queimados e faixas estendidas nas quais reivindicavam a gratuidade do transporte.
Desde de que as manifestações pró-impeachment começaram, cerca de 1 ano atrás, observamos o tratamento distinto ofertado aos protestos ligados a grupos de esquerda e direita. Nesta semana, o Brasil acompanhou milhares de estudantes que lutavam contra a PEC 55 serem violentados pela Polícia Militar do Distrito Federal.
Por Laís Gouveia
O juiz Alex Costa de Oliveira, da Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), determinou o uso de técnicas de tortura para "restrição à habitabilidade" das escolas, com objetivo de convencer os estudantes a desocupar os locais.
Eleitores dos 26 estados que estiverem no Distrito Federal no dia das eleições municipais terão disponíveis 11 locais para justificar o voto. O primeiro turno das eleições acontece neste domingo (2), quando eleitores de todo o país escolherão seus prefeitos e vereadores.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra vem a público manifestar repúdio ao conteúdo do decreto nº 37.583 promulgado pelo Governo do Distrito Federal, de 30 de agosto de 2016, que regulamenta a Lei nº 1572, de 22 de julho de 1997, que criou o Programa de Assentamento de Trabalhadores Rurais (PRAT).
Várias categorias de trabalhadores do Distrito Federal estão engajadas no Dia Nacional de Paralisação e de Mobilização, que ocorre nesta quinta-feira (22), em todo o país. As manifestações, convocadas pelas centrais sindicais e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, começaram pela manhã, em vários pontos da cidade, e vão culminar com um ato às 17 horas no Museu Nacional, com caminhada pelo “Fora Temer” percorrendo a Esplanada dos Ministérios.
Analisando o governo Rollemberg nesse primeiro ano de gestão, pode-se constatar que a população do Distrito Federal vem pagando alto preço pela opção do governador em priorizar na composição de sua equipe tecnocratas distanciados dos reais problemas da população, amigos de seu núcleo de convivência pessoal e aqueles que oportunisticamente oferecem apoio eventual em troca de benefícios imediatos.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) bloqueou os bens do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. A decisão foi tomada depois que a 8ª Vara da Fazenda Pública recebeu denúncias do Ministério Público local, que incluem o deputado federal Augusto Silveira de Carvalho e o ex-prefeito de Águas Lindas de Goiás, Geraldo Messias de Queiroz.
Professores do Distrito Federal optaram nesta sexta-feira (30), por manter a greve, que já dura 15 dias. A decisão foi tomada em assembleia, que reuniu cerca de 10 mil pessoas, em frente ao Palácio do Buriti. Aos gritos de "Rollemberg a culpa é sua, a greve continua!”, os profissionais da educação mostravam indignação com o reajuste de 5% que já havia sido aprovado, mas foi vetado pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), que alega déficit financeiro.
Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal foram agredidos pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar, a mando do governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), nesta quarta-feira (28). Cerca de 400 servidores públicos, a maioria educadores, protestavam contra o governo pelo não pagamento do reajuste salarial, aprovado por lei para a categoria, quando foram agredidos com balas de borracha, spray de pimenta e gás lacrimogêneo.