A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Espanha bateu seu recorde histórico de desempregados no primeiro trimestre do não ao registrar cerca de cinco milhões de pessoas sem um posto de trabalho, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Quatro entre dez jovens estão desempregados na Espanha, segundo levantamento oficial. Nesta quinta-feira (7), milhares foram às ruas para protestar contra a situação econômica que causa o maior desemprego de toda a Europa.
A dívida pública espanhola chegou em 2010 aos 638,7 bilhões de euros, o equivalente a 60,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, informou nesta sexta-feira o Banco de España.
O Comitê Federal do Partido Comunista da Espanha, reunido no último domingo (6), se posicionou contundentemente contra os acordos do pacto social e as nefastas consequências que causaria aos trabalhadores do país, em especial aos jovens, às mulheres, aos imigrantes e aos desempregados sem nenhuma renda e com grandes dificuldades de voltar a encontrar trabalho.
O viés ultraliberal do relatório dirigido pelo economista Sala-i-Martín, que utiliza no seu estudo uma metodologia aberta a todo o tipo de manipulações, demonstra a falta de rigor do relatório Global Competitiveness Report 2010-2011, do Foro Econômico Mundial (baseado em Davos), que situa o nível de competitividade da Espanha abaixo de países do terceiro e quarto mundo.
Por Vicenç Navarro, no Informação Alternativa