Procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba viram o resultado do primeiro turno da eleição de 2018 como uma oportunidade para tentar articular o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). É o que revelam mensagens enviadas por fonte anônima ao site The Intercept Brasil e analisadas em parceria com o UOL. A nova leva de vazamentos mostra como Gilmar, alvo constante de ataques desses procuradores, era tratado como inimigo da Lava Jato.
Em entrevista ao blog do Josias, publicado no UOL, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse nesta quarta-feira (7) que no “momento já se pode fazer perícia" para atestar a autenticidade dos diálogos extraídos por criminosos dos celulares de autoridades.
Novo vazamento divulgado em parceria do Intercept Brasil com o Portal UOL revelou nesta quarta-feira (7) que o procurador Deltan Dallagnol usou o partido Rede de Sustentabilidade para apresentar uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir que Gilmar soltasse presos em processos que ele não fosse o juiz da causa natural.
Procuradores da Operação Lava Jato em Curitiba fizeram um esforço de coleta de dados e informações sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, com o objetivo de pedir sua suspeição e até seu impeachment. Liderados por Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa, procuradores e assistentes se mobilizaram para apurar decisões e acórdãos do magistrado para embasar sua ofensiva, mas foram ainda além.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, propôs, nesta terça-feira (25/6), que o ex-presidente Lula responda ao processo em liberdade. Com a proposta, a presidente da 2ª Turma, ministra Cármen Lúcia, apregoou o Habeas Corpus 164.493 para ser julgado nesta terça.
Por Gabriela Coelho, do Conjur
Por seis votos a cinco, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os processos da Lava jato que envolvam questões eleitorais como caixa dois, mesmo tendo relação com crime de corrupção, devem ser enviados para julgamento na Justiça Eleitoral.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, afirma que a Receita Federal não pode ser convertida numa Gestapo, órgão do regime nazista que perseguia e matava os inimigos do regime comandado por Hitler.
Após 29 universidades serem censuradas e invadidas por agentes do Estado nesta quinta-feira (25), o ministro do STF, Gilmar Mendes, pediu em evento ‘cautela’ em ações realizadas pela justiça contra as universidades. Segundo ele, é preciso fazer uma reavaliação para que haja uma “relação dialógica e menos repressiva”.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes afirmou nesta quarta-feira (12) que há "notório abuso de poder" por parte de integrantes do Ministério Público que precisa de "freios".
Para diversas lideranças políticas, nacionais e internacionais, as evidências mostram que o ex-presidente Lula – preso desde 7 de abril sem provas -, é alvo e um perseguição que busca tirá-lo das eleições. Até mesmo Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em entrevista nesta quarta-feira (29), que a comunidade jurídica internacional, inclusive a Organização dos Estados Americanos (OEA), está cada vez mais convencida de que a prisão de Lula teve motivações políticas.
O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal) que a operação Lava Jato gestou um enigma com a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas mesmo com ele preso. "Isso é um milagre da Lava Jato, talvez também é um enigma que ela produziu", disse ao jornalista Roberto D'Ávila, na GloboNews, em programa exibido na noite desta quinta.
Ao proferir o seu voto durante sessão plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (3), que julga sobre a restrição ao foro por prorrogativa de função, ministro Gilmar Mendes chamou a Globonews de "Terceira Turma do Supremo" Tribunal Federal. O STF só tem duas turmas.