Depois de criticar o Bolsa Família, afirmando que se trata de uma forma de comprar votos, o ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes, disse que a Justiça trabalhista promove uma “hiperproteção” do trabalhador.
Durante discurso em seminário Soluções para Expansão da Infraestrutura no Brasil, promovido pela Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Acmham) e pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), nesta sexta-feira (21) em São Paulo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, afirmou que o programa Bolsa Família é uma forma de comprar votos e "eternizar" um governo no poder.
Depois de servir um jantar para mais de 200 parlamentares às vésperas da votação da PEC 241, que congela os gastos públicos por 20 anos, Michel Temer convidou para um almoço no Palácio do Jaburu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, o ministro Geddel Vieira Lima e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes.
Durante a sessão plenária desta terça-feira (20), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), comunicou o arquivamento de dois pedidos de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. As petições foram apresentadas pelos juristas Celso Antonio Bandeira de Mello e Cláudio Fontelles com apoio de outros juristas.
Formulado por juristas notáveis e apoiado por parlamentares, advogados e personalidades, o pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), protocolado no Senado, na semana passada, ganhou um abaixo-assinado online para que os apoiadores da causa possam se somar à mobilização.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral Gilmar Mendes empurrou o julgamento da ação que pode gerar a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer para 2017. Há três meses, o ministro afirmou que as investigações que dão sustentação ao caso de abuso de poder econômico seriam encerradas neste mês. Agora, segundo o Painel da Folha, Gilmar decidiu adiar o desfecho, alegando que ainda é preciso colher mais depoimentos.
Renomados juristas brasileiros, como Celso Antônio Bandeira de Mello e Fábio Konder Comparato, assinam petição que foi protocolada junto à presidência do Senado,, criticando a seletividade e a postura politico partidária do ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.
O ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), encaminhou despacho pedindo que a decisão do Senado sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff seja anexado às ações protocoladas pelo PSDB no início de 2015 que pedem a cassação da chapa, composta por Michel Temer (PMDB).
O deputado Wadih Damous (PT-RJ) criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pelos ataques veementes aos procuradores da Lava Jato, depois que a revista Veja publicou uma reportagem de capa contra o ministro Dias Toffoli com base em delação premiada de Léo Pinheiro, da OAS.
Uma frase dita pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em março deste ano, explica um pouco do cenário gerado pela crise política no Brasil: a direita criou um ambiente que fez com que o gênio do fascismo saísse da garrafa e agora não conseguem colocá-lo de volta”.
Por Dayane Santos
Como vocês já devem estar carecas de saber, há uma lorota sendo contada por aí de que “as instituições no Brasil estão funcionando normalmente”. Os três poderes estariam atuando de forma separada, independente, equilibrada, como manda o script democrático. Nada mais duvidoso. Basta uma breve checada na agenda de Gilmar Mendes, ministro do STF e presidente do TSE, para atestar a promiscuidade com que os poderes estão se relacionando.
Por João Filho*, The Intercept
O ministro Gilmar Mendes, membro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nos brindou com mais uma pérola. Durante julgamento sobre a inelegibilidade de prefeitos que tiveram as contas de governo ou gestão desaprovadas, nesta quarta-feira (17), afirmou que a Lei da Ficha Limpa “parece que foi feita por bêbados”.