A Delegacia Especializada de Repressão às Condutas Discriminatórias em Teresina (PI) abriu inquérito policial para investigar a denúncia da suposta atuação de um grupo intitulado "Irmandade Homofóbica", que pede morte aos gays no Piauí. O grupo está distribuindo bilhetes nos quais usa o símbolo do nazismo.
Num votação tensa e apertada – dez votos a oito -, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal elegeu nesta quarta-feira (26) o deputado Assis do Couto (PT-PR) para a sua presidência. Com isso, afastou o risco da instância ser tomada por um dos mais notórios direitistas do parlamento, o ex-militar Jair Bolsonaro (PP-RJ).
Por Altamiro Borges, em seu blog
Jarbas era acampado em Alagoas e viajou ao Rio Grande do Sul para fazer um curso. Lá, conheceu Nilton Cordeiro, do Paraná. A paquera virou namoro, o namoro ficou firme e o casal resolveu morar junto. Escolheram o sul, onde os dois trabalham e pretendem se casar ainda este ano.
A região do Nordeste lidera o ranking com 43% das vitimas fatais ; maioria dos assassinatos são de jovens com 20 anos.
Nesta terça-feira (11) às 14h30 a reunião dos líderes da Câmara dos Deputados deverá definir a composição das 21 comissões da casa. Entre elas, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) que foi presidida em 2013 pelo Pastor Marco Feliciano. Com a iniciativa do também reacionário Jair Bolsonaro de se candidatar à presidência da CDH, a União da Juventude Socialista (UJS) está lançando a Campanha: "Mais amor, menos Bolsonaro!". Segue abaixo matéria publicada no Portal da UJS.
O grupo Mães pela Igualdade se reuniu na sexta-feira (31) na escadaria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, para protestar contra os assassinatos de 39 pessoas por crime de homofobia somente em janeiro. Com cartazes e uma enorme bandeira com as cores do arco-íris, os manifestantes exigiram a criminalização do ódio contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBTs).
O grupo Mães pela Igualdade reuniu-se na sexta-feira (31) na escadaria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, para protestar contra os assassinatos de 39 pessoas por crime de homofobia somente em janeiro. Com cartazes e uma enorme bandeira com as cores do arco-íris, os manifestantes exigiram a criminalização do ódio contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBTs).
O assassinato de um jovem de 16 anos, identificado como Kaique Augusto Batista dos Santos, que foi encontrado morto, com hematomas na cabeça, na madrugada do último sábado (11), na avenida 9 de julho, em São Paulo, revoltou os movimentos sociais. Em nota, Conselho Municipal de Juventude de São Paulo (Comjuve) recebeu com consternação a notícia do cruel assassinato do jovem de Kaíque, negro e homossexual.
Um grupo de 21 funcionários do shopping Barra, de Salvador (BA), fez um abaixo assinado pedindo que uma funcionária transexual fosse impedida de usar o banheiro feminino. As funcionárias alegaram que se sentiam “constrangidas” com a situação. No entanto, no fim da tarde de ontem (9), a direção do centro comercial emitiu nota dizendo que não iria acatar o pedido por se tratar de uma questão de direitos e “dignidade humana”.
A fé não pode ser usada para incitar a violência; é o que diz a nota divulgada na manhã desta terça-feira (17), pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) que pede a aprovação do projeto que combate a homofobia. “Urge uma lei que contribua para minimizar as consequências do preconceito homofóbico e transfóbico. A aprovação do PLC 122/06 pode significar um passo concreto nesta direção”, diz o texto.
O Senado aprovou, nesta terça-feira (17), com 29 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções, requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para que o projeto que criminaliza a homofobia seja apensado ao projeto de reforma do Código Penal e com isso adiar a votação da matéria. Os senadores reclamam ainda que o apensamento enfraquece o debate sobre a homofobia.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), marcou para o dia 11 deste mês a votação em Plenário do requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para que o projeto que criminaliza a homofobia seja apensado ao projeto de reforma do Código Penal. Lopes criticou a presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senadora Ana Rita (PT-ES), de não ter encaminhado o processo à Mesa Diretora do Senado.