Em setembro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) comemora 47 anos. Para celebrar a data, o Ipea realiza em seu auditório, em Brasília, nesta terça-feira (13), uma palestra do escritor e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Ariano Suassuna. Antes da palestra de Suassuna, haverá uma apresentação do Coral do Ipea.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou na quinta-feira (8) estudo que revela que, ao longo dos oito anos do governo Lula, a administração pública brasileira foi ampliada em 30,2%. A pesquisa mostra que foram criadas, entre 2003 e 2010, 155.534 vagas através de concursos públicos, com uma média de 19.441 novas vagas por ano.
A população brasileira continua otimista com o comportamento socieconômico brasileiro, de acordo com o Índice de Expectativas das Famílias (IEF), divulgado mensalmente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A tentativa brasileira de driblar os efeitos de um comércio mundial mais competitivo por meio do Plano Brasil Maior, que prevê a troca de 20% da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento pelo recolhimento de l,5% a 2,5% sobre o faturamento, é uma alternativa que poderá resultar em pouco impacto para a economia brasileira.
O desenvolvimento brasileiro apresenta instabilidade, diferentemente do bem-estar da população, de acordo com estudo mensal divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A entidade divulgou nesta quarta-feira (24) o Índice de Qualidade do Desenvolvimento (IQD), que registrou em maio queda para 264,94 pontos, contra 267,75 registrados em abril.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) confirmou que os bancos públicos federais tiveram atuação anticíclica durante a crise financeira mundial e permitiram que o crédito continuasse crescendo de forma acelerada no Brasil. Divulgado nesta quarta (10), o documento mostrou que, desde 2008, os créditos concedidos por bancos estatais subiram acima de 30%, enquanto as intuições financeiras privadas reduziram o ritmo de aumento dos financiamentos de 25% para 10%.
Estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os efeitos das desigualdades sociais brasileiras se estendem às cirurgias de transplantes de órgãos como coração, fígado, rim, pâncreas e pulmão. A maioria dos transplantados são homens da cor branca.
Os gastos do governo federal em políticas sociais passaram de R$ 219,7 bilhões em 1995 para R$ 541,3 bilhões em 2009, um aumento de 146%, de acordo com estudo divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo os dados, em 1995, os gastos sociais federais representavam 11,24% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Em 2009, o percentual chegou a 15,8%, o maior patamar verificado nos 15 anos analisados.
Pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a percepção internacional sobre o Brasil melhorou na área social e piorou em relação à economia, à política e ao governo.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea ) iniciou, nesta sexta-feira (20) uma série de seminários, em diferentes capitais brasileiras, sobre a dimensão da pobreza extrema no país. O primeiro evento, realizado em Brasília, apresentou um estudo inédito com dados do Distrito Federal, considerado uma região privilegiada no universo brasileiro. Na próxima semana, o evento será no Rio Grande do Sul.
O auditório do Conselho Regional de Contabilidade/CE recebeu nesta segunda-feira (09/05), o Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, para debater "Os desafios atuais do projeto nacional de desenvolvimento". O evento, promovido pela Fundação Maurício Grabois em parceria com a Universidade Federal do Ceará, o Banco do Nordeste e o Instituto da Cidade, contou com a presença de intelectuais, estudantes, parlamentares e sindicalistas.
Caso sejam criados, os estados de Carajás e Tapajós serão economicamente inviáveis e dependerão de ajuda federal para arcar com as novas estruturas de administração pública que precisarão ser instaladas. É o que afirma Rogério Boueri, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).