A esquerda bem informada
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Tag: juros

Mantega diz que alta de juro na China gera desaceleração mundial

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira (28) que o aumento dos juros chineses deve resultar em uma desaceleração da economia mundial em 2011, devido ao peso da China na recuperação do mercado global. Segundo o ministro, no entanto, essa desaceleração já era esperada devido "ao refluxo das medidas de estímulo tomadas durante a crise e que agora estão sendo retiradas".

Antoninho Marmo Trevisan: Subsídios à transição

O governo de Dilma Rousseff tem à disposição, dentre as informações subsidiárias para nortear suas políticas públicas, um novíssimo e consistente relatório do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão. Trata-se do Monitoramento das Metas dos “Enunciados Estratégicos para o Desenvolvimento (EED)”. O estudo, elaborado em 2004 e 2005, contém diretrizes estratégicas e quantitativas para o desenvolvimento sustentável do Brasil até 2022.

Por Antoninho Marmo Trevisan*

Sindicalista vê 'coro ensaiado' de bancos para subida de juros

Relatórios de bancos sobre a conjuntura macroeconômica do país soam como "coro ensaiado" para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Carlos Cordeiro. Em artigo publicado na página da entidade na internet, o sindicalista apresenta dados para sustentar que não há ameaça de volta da inflação, mas acredita que as instituições financeiras tenham interesse na elevação da taxa básica de juros da economia (Selic).

Alencar reclama de 'juro alto' durante visita de Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, visitou hoje o vice-presidente da República, José Alencar, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde Alencar está internado desde a última quarta-feira. Segundo Mantega, durante a meia hora da visita, os dois conversaram sobre economia e o vice-presidente voltou a reclamar da alta taxa de juros do País, queixa que se tornou uma marca pessoal dele ao longo dos oito anos do governo Lula.

Taxa de juros cobrada das famílias é a menor da série histórica

As taxas de juros caíram em novembro, segundo dados do Banco Central (BC) divulgados nesta quinta-feira (23). A maior queda foi para as famílias (pessoas físicas), que pagaram juros de 39,1% ao ano, uma redução de 1,3 ponto percentual (pp) em relação a outubro. Esse é o menor patamar da série histórica do BC, iniciada em julho de 1994.

Copom mantém Selic em 10,75% na última reunião do governo Lula

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu manter a taxa de juros básica Selic em 10,75% ao ano, sem viés. A decisão foi unânime. No comunicado que acompanhou a decisão, o grupo admite que o cenário para a inflação teve piora desde a reunião anterior, mas diz que vai esperar para ver o resultado das recentes medidas que devem encarecer o crédito – como o aumento dos depósitos compulsórios – antes de alterar a política de juros.

Para CNI, freio no crédito vai reduzir ritmo da indústria

As medidas de restrição ao crédito adotadas pelo Banco Central provocarão um arrefecimento maior da atividade industrial no início de 2011, superior ao inicialmente previsto pelo setor.

Renato Rabelo: O BC e as maiores taxas de juros do mundo

Neste artigo, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, escreve: "não que esperássemos algo diferente. Mas a conjuntura internacional, sim, demandava o diferente. Mas não, o Banco Central contraria a tendência internacional mantendo a Taxa Selic na casa dos 10,75%. As maiores taxas de juros do mundo".

Renato Rabelo: O BC e as maiores taxas de juros do mundo

Não que esperássemos algo diferente. Mas a conjuntura internacional, sim, demandava o diferente. Mas não, o Banco Central contraria a tendência internacional mantendo a Taxa Selic na casa dos 10,75%. As maiores taxas de juros do mundo.

Por Renato Rabelo*

Taxa básica de juros permanece em 10,75% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve, pela segunda vez consecutiva, a taxa básica de juros (Selic) em 10,75% ao ano. O índice vigora desde 21 de julho, data da penúltima reunião do colegiado. Analistas financeiros acreditam que a Selic deve permanecer nesse patamar pelo menos até o final do primeiro trimestre de 2011.

Evento sobre futuro do Brasil prevê queda na taxa de juros

O Brasil pode ter uma taxa real de juros de 2% até 2014. A afirmação foi feita pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, na abertura do 10º Encontro Nacional de Estudos Estratégicos(ENEE), nesta quarta-feira (22), em Brasília. O evento, promovido pela Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, reúne representantes do setor público e privado para debater assuntos estratégicos do País no presente e no futuro.

Lula Morais: “Aumento da taxa de juros prejudica setor produtivo”

O deputado Lula Morais (PCdoB) criticou, na manhã desta terça-feira (10/08), possíveis especulações em torno do aumento da taxa de juros como forma de controlar a inflação.

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