A esquerda bem informada
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Tag: literatura,

Censura quer transformar Monteiro Lobato em “literatura pó de arroz”

Nos últimos tempos, os zeladores do chamado politicamente correto “descobriram” que Monteiro Lobato “seria racista”. O negro de seus escritos, para quem conhece o folclore e a mentalidade brasileiros, parece um negro minimizado, mas não o é.

Por José de Souza Martins, no Valor Econômico

Galeano explica Chico Mendes: militância ecológica com luta social 

No artigo “Quatro frases que aumentam o nariz do Pinóquio”, publicado em 2011, o jornalista e escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015) desmascarou as mentiras mais contadas por falsos “especialistas” em meio ambiente: 1) “Somos todos culpados pela ruína do planeta”; 2) “É verde aquilo que se pinta de verde”; 3) “Entre o capital e o trabalho, a ecologia é neutra”; e 4) “A natureza está fora de nós”.

Manuel Gusmão, contra todas as evidências

Manuel Gusmão alia, de forma exemplar, a dimensão política e a dimensão poética, reclamando para a poesia e para as artes um lugar no mundo.

Por Manuel Augusto Araujo

Jorge Coli: os livros de Monteiro Lobato eram mesmo racistas?

Não se deve ter medo de livros. De nenhum livro. Muito menos dos livros infantis de Monteiro Lobato. As consciências puras de nosso tempo andam condenando seus escritos por racismo.

Por Jorge Coli, na Folha de S.Paulo

Lobato cai em domínio público e ganha releitura politicamente correta

Desde o dia 1.º de janeiro, a obra de Monteiro Lobato, um dos maiores escritores do país, está em domínio público, ou seja, os direitos autorais não mais pertencem exclusivamente aos descendentes. Para divulgar Lobato, preservando o melhor de sua obra, o escritor Pedro Bandeira atualiza a produção do escritor nascido em Taubaté e elimina algumas expressões que foram consideradas racistas

Fernando Pessoa: Contista em desassossego

Em pedaços de texto, anotações difusas, frases e esboços, o caráter fragmentário é uma das marcas da escrita ficcional de Fernando Pessoa. Sua extensa obra, em prosa e em verso, acumula mais de 25 mil textos, parte deles descobertos em dezembro de 1935, no seu apartamento em Lisboa, poucos dias após sua morte.

Leandro Karnal: Em época de crise, ler é um gesto de resistência

Em artigo publicado nesta quarta-feira (26) em sua coluna no site do jornal O Estado de S. Paulo, o historiador e professor da Unicamp, Leandro Karnal, oferece dicas de leitura para o período "pós-Natal' e comenta que "em época de crise de livrarias, ler é quase um gesto de resistência"

A força simbólica das palavras

A linguagem, ou a língua, aqui tomadas como sinônimos, pode assumir, a grosso modo, duas dimensões: a pragmática (prática) e a simbólica, sendo que nem a primeira nem a segunda são puras: tanto a dimensão predominantemente pragmática está mesclada com expressões de natureza simbólica, quanto a dimensão simbólica está contaminada pela dimensão pragmática da linguagem.

Por Jeosafá Fernandez*

“Romances em quadrinhos estão em momento especial”, diz Luli Penna

Ilustradora e cartunista, Luli Penna fala sobre seu livro “Sem Dó” (Ed. Todavia), lançado em 2017. Ela vibra ao comentar como sua “graphic novel” em preto e branco foi alçada à categoria de literatura para os estudantes de pós-graduação da Universidade Sorbonne, no programa acadêmico sob orientação do professor e escritor Leonardo Tônus.

Sou sertão da cidade

"Mailson Furtado, cearense de Varjota, no seu longo e belo poema às cidades esmiuçou com olhar agudo as angústias cotidianas de uma cidade que se mistura e se transforma a cada alarme do tempo".

Por Mendes Júnior*

“Tempo sombrio vai ser longo no Brasil”, diz escritor Milton Hatoum

Milton Hatoum se tornou nesta quinta-feira (8) o terceiro escritor brasileiro a ser contemplado com o prêmio Roger Caillois pelo conjunto de sua obra. A premiação, que é anual, celebra tradicionalmente um autor latino-americano e um de língua francesa.

A busca pela liberdade é um idioma universal

Está em cartaz nos cinemas brasileiros o filme sobre a saga de três militantes uruguaios do movimento Tupamaros, entre eles José Pepe Mujica, durante a ditadura uruguaia (1973 – 1985). Alguns presos políticos passaram doze anos sem poder se comunicar com ninguém, o filme “Uma noite de 12 anos” traz um destes episódios.

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