“Na ocasião, de forma afrontosa, textualmente disse que as prefeituras precisam ‘parar de fingir que pagam o médico, e o médico precisa parar de fingir que trabalha’. São palavras de quem desconhece a realidade e o trabalho dos médicos, dos outros profissionais e de como funciona a saúde pública no Brasil.
Por *Arruda Bastos
O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) apresentou nesta quarta-feira (31) denúncia à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro da Saúde, Ricardo Barros, pela compra de Alfaepoetina e a Ribavirina junto ao laboratório Blau Farmacêutica a um custo 3.000% superior ao da Fiocruz, vinculada ao Ministério da Saúde, que também fabrica os medicamentos. A denúncia também foi entregue em mãos ao presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Raimundo Carreiro.
No período de 2008 a 2015, os gastos reais do Ministério da Saúde aumentaram em 36,6%; já os destinados a medicamentos elevaram-se em 74%, mais do que o dobro, passando de R$ 8,5 bilhões para R$ 14,8 bilhões para o mesmo período. Os valores alocados em medicamentos aumentaram, inclusive em 2015, quando o Orçamento da Saúde decresceu em termos reais.
Grazielle David e Walter Britto – INESC, na Carta Maoir
Campanhas de candidatos do PSDB, do PP e aliados em 14 municípios do Paraná serão investigadas por contar com apoio do ministro da Saúde de Michel Temer, Ricardo Barros, em forma de promessas na Saúde caso os apadrinhados fossem eleitos.
Desde 1990, a campanha Outubro Rosa toma o mundo para levar informação às mulheres sobre como realizar a prevenção do câncer de mama. Problema que responde por 25% dos casos da doença nas mulheres em todo o mundo. Somente neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima que ocorram quase 60.000 novos casos no Brasil. No site do Ministério da Saúde a orientação atual é que as mulheres realizem o teste de mamografia a cada dois anos, mesmo os médicos defendendo que esse exame seja anual.
Desde 1990, a campanha Outubro Rosa toma o mundo para levar informação às mulheres sobre como realizar a prevenção do câncer de mama. Problema que responde por 25% dos casos da doença nas mulheres em todo o mundo. Somente neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima que ocorram quase 60.000 novos casos no Brasil. No site do Ministério da Saúde a orientação atual é que as mulheres realizarem o teste de mamografia a cada dois anos, mesmo os médicos defendendo que esse exame seja anual.
Resolução da Comissão de Ética Pública da Presidência proíbe aos ministros fazer promessa cujo cumprimento dependa do cargo, prejudicar o exercício de suas funções e recorrer a evento oficial para viajar com propósito eleitoral. Mas no governo golpista, o cumprimento da lei é de acordo com os interesses de quem governa. Isso porque o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-RR), participou de eventos eleitorais em dias de agenda oficial e fez promessas ao lado de candidatos a prefeito no Paraná.
“Homens vão menos ao médico porque trabalham mais", com essa declaração o ministro da Saúde do governo interino, Ricardo Barros, gerou revolta nesta quinta-feira (11) na internet e entre entidades dos movimentos sociais. O ministro, que participava da criação de um plano para aumentar as estatísticas de atendimento a homens na rede pública de saúde do Brasil, ainda afirmou que o sexo masculino é o provedor da maioria das famílias".
Por Laís Gouveia
Por *Arruda Bastos
O Movimento "Médicos pela Democracia" do Ceará e da Bahia, bem como outras entidades lançam abaixo-assinado online pela exoneração do Ministro da Saúde, Ricardo Barros. No documento aberto para assinatura, o movimento aponta motivos para a saída do indicado pelo presidente interino Michel Temer para uma das pastas mais importantes do Governo. Leia a seguir na íntegra e assine AQUI:
O Ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, desde que assumiu o cargo, vem tomando atitudes e fazendo declarações dignas de indivíduo fadado à interdição judicial. Como sou médico e ainda não conclui meu curso de Direito, para escrever este artigo consultei amigos advogados para aprofundar-me no tema da interdição.
Por Arruda Bastos*