A expectativa de vida do brasileiro cresceu 11,24 anos entre 1980 e 2010. O crescimento entre as mulheres ficou em 11,69 anos, enquanto entre os homens a elevação atingiu 10,59 anos. Já a mortalidade infantil no Brasil caiu de 69,1% em 1980, para 16,7% em 2010, o que representa queda de 75,8%.
O deputado João Ananias (PCdoB-CE) participa como palestrante da 3ª Conferência Mundial “Women Deliver” que será aberta nesta terça-feira (28), prosseguindo até quinta-feira (30), no Centro de Convenções de Kuala Lumpur, na Malásia. Convidado do Fórum Parlamentar: Êxitos, Desafios e Obstáculos para Avançar pela Saúde e os Direitos das Mulheres e das Meninas, ele vai falar sobre o papel que o parlamento exerce na fiscalização das políticas de saúde das mulheres.
O número de bebês que morrem anualmente antes de completar o primeiro mês tem aumentado no mundo, apesar de uma redução no número global da mortalidade infantil. A estimativa é que ocorram todos os anos cerca de 3 milhões de mortes, principalmente na Ásia e África, segundo especialistas de 50 países, reunidos em Joanesburgo (África do Sul). O percentual de mortes de bebês subiu de 36%, em 1990, para 43%, em 2011, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Entre 1998 e 2008, a queda da mortalidade na infância fez o Brasil salvar 26 mil vidas de crianças, segundo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). No mesmo período, o Ceará reduziu em 48% o total de óbitos na faixa etária até 9 anos de idade, caindo de 5.195 em 1998 para 2.704 em 2008.
O Ministério da Saúde (MS) apresentou nessa quarta-feira (19), na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em Washington (EUA), os detalhes do relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), que comprovou que o Brasil já alcançou os índices de redução definidos pelas metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODB) em relação à mortalidade de crianças com menos de cinco anos de idade.
No Brasil, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos caiu 73%, nas últimas duas décadas, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Os dados do Brasil colocam o país em quarto no ranking de avanços, atrás apenas da Turquia, do Peru e de El Salvador na relação das nações que mais obtiveram conquistas na prevenção de doenças infantis.
Em 10 anos, o Brasil reduziu a mortalidade infantil em 47,6%, com queda na taxa de 29,7 mortes de bebês de até um ano de idade por mil nascidos vivos no ano 2000, para 15,6 em 2010. Segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a maior redução da Taxa de Mortalidade Infantil ocorreu na região Nordeste, que registrou queda de 58,6% da TMI no período, com a taxa passando de 44,7 para 18,5.
Dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a mortalidade infantil caiu quase pela metade entre 2000 e 2010. Os resultados gerais da Amostra do Censo 2010 constatam que o número de óbitos de crianças menores de 1 ano passou de 29,7 para 15,6 em cada mil nascidas vivas, uma queda de 47,6%.
A Taxa de Mortalidade Infantil no Ceará diminuiu 30,28% em sete anos. No país, a queda entre os anos de 2001 a 2007 foi bem menor: 23,95%. A redução continuada das mortes entre menores de um ano no Estado é confirmada pelo Instituto de Pesquisa econômica Aplicada (IPEA), que divulgou nesta quarta-feira, 1º de fevereiro, o capítulo cearense do estudo Situação Social nos Estados.
Cuba concluiu o ano de 2011 com uma taxa de sobrevivência de menores de cinco anos de 99,4% e encabeça junto ao Canadá o primeiro lugar do continente neste parâmetro.
O índice de mortalidade infantil de Cuba neste ano registrou uma marca de 4,9 bebês a cada mil nascidos, a menor de todo o continente americano, incluindo Canadá e Estados Unidos, informou um relatório divulgado hoje.
Cerca de 12 mil crianças – com idade inferior a cinco anos – são salvas todos os dias, em comparação com as taxas de mortalidade infantil da década de noventa, quando, por ano, morriam 12 milhões de crianças. Em 2010, esse número foi de 7,6 milhões, de acordo com um relatório lançado nesta quinta-feira (15/09) pelo Fundo das Nações Unidas para Infância e Juventude (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).