De acordo com os dados das Tábuas Completas de Mortalidade divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de mortalidade infantil ficou em 15 bebês para cada mil nascidos vivos em 2013, considerando crianças de até 1 ano de idade.
O Ceará foi o segundo estado que mais reduziu a mortalidade infantil no país entre 1980 e 2013, de acordo com a Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil – 2013, divulgada na última segunda-feira, 1º de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No boletim da Rádio Vermelho desta segunda-feira (1º/12) confira os números da recente pesquisa do IBGE que aponta a queda da mortalidade infantil e o aumento da expectativa de vida do brasileiro. O programa também destaca: Comissão de Cultura comemora o Dia Nacional do Samba, Eleito no Uruguai, Tabaré Vázquez promete "impulsionar integração da América Latina" e Conferência da ONU sobre mudanças climáticas começa no Peru.
Por Ramon de Castro, para a Rádio Vermelho
A expectativa de vida do brasileiro ao nascer aumentou 12,4 anos entre 1980 e 2013, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (1º/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Se a perspectiva de vida era 62,5 anos em 1980, no ano passado passou a ser 74,9 anos, de acordo com a Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil – 2013.
Cerca de 40% de todas as mortes entre índios brasileiros registradas desde 2007 foram de crianças com até 4 anos. O índice é quase 9 vezes maior que o percentual de mortes de crianças não indígenas da mesma idade, que fica em 4,5%.
Segundo evidencia o relatório do Grupo de Estudos de Economia Nacional e Popular (Geenap) e baseado em dados estatísticos oficiais de cada país, Argentina, Brasil e Uruguai foram os que reduziram mais fortemente os indicadores de mortalidade infantil na última década.
Cuba terminou 2013 com uma taxa de mortalidade infantil de 4,2 por cada mil nascidos vivos, o número mais baixo da história da ilha, informaram nesta quinta-feira (02/01) os veículos de imprensa do país.
O esforço do Brasil para combater a mortalidade infantil (até 5 anos de idade) é citado como exemplar em relatório divulgado nesta quarta-feira (23) pela organização não governamental (ONG) Save the Children. Segundo o relatório, isso se deve à prestação sistemática de programas de imunização, aos cuidados de saúde voltados para comunidades carentes e a melhorias em saneamento básico.
A mortalidade infantil no Brasil caiu 77% entre 1990 e 2012, de acordo com o Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
A maior redução nas taxas de mortalidade infantil no Brasil é uma das principais consequências do Programa Bolsa Família, que completa dez anos de existência, de acordo com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
O Ceará foi o segundo estado do Brasil que mais reduziu a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) entre 1980 e 2010. Em 30 anos, deixaram de morrer no Estado 91,8 crianças menores de um ano para cada mil nascidas vivas, número menor apenas que o da Paraíba, que em 2010 evitou 94,2 mortes em relação a 1980.
De acordo com dados das Tábuas de Mortalidade do Ministério da Saúde, baseadas no Censo do IBGE de 2010 e divulgada nesta sexta-feira (02.08), a Bahia registrou a quinta pior colocação em mortalidade infantil entre os estados brasileiros. Foram registradas 23,1 mortes de crianças por mil nascidas com idade de até um ano. Alagoas teve a pior média, com 30,2 mortes por mil nascidos; e Santa Catarina apresentou o melhor índice, com 9,2 mortos por mil.