As pessoas que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas são aquelas que menos fizeram para causá-las. Gráficos revelam quem causa e quem sofre.
BBC News Brasil fez a conta do corte de gasto em pesquisa nos três primeiros anos de Bolsonaro comparado com anos anteriores.
Ambientalistas consideram um bom começo a redução do desmatamento e de emissões de metano, mas observam que fica uma aceitação da continuidade do desmatamento pelos próximos dez anos.
Encontro para limitar aquecimento global começou hoje na Escócia
Francisco disse esperar “respostas eficientes” e “esperança concreta”
Conferência da ONU que começa neste domingo em Glasgow, na Escócia, vai debater novas metas e estratégias para frear o aumento da temperatura da Terra. Brasil chega ao encontro desacreditado e com aumento de emissões em 2020, apesar da pandemia
Depender do resfriamento artificial para lidar com o calor crescente sobrecarregaria a demanda de energia e deixaria muitas pessoas perigosamente expostas a falhas de energia. Também abandonaria os membros mais vulneráveis da sociedade e não ajuda aqueles que têm que se aventurar fora.
O grau de sucesso é medido nas sessões de negociação, nos compromissos que são alcançados, na verificação do cumprimento dos acordos anteriores e no alcance da cooperação entre os países.
Não entregar a ajuda necessária a tempo pode colocar a meta de emissões globais líquidas zero até 2050 fora do alcance e, fatalmente, minar a fé no esforço mundial para conter as mudanças climáticas.
Líderes mundiais vão se reunir do dia 31 de outubro a 12 de novembro na Escócia para discutir novos compromissos para mitigar as mudanças climáticas.
Se os países puderem reduzir as emissões globais para “ zero líquido ” até 2050, isso poderá trazer o aquecimento de volta para menos de 1,5 C na segunda metade do século 21. Como se aproximar desse curso é o que os líderes e negociadores estão discutindo.
Ativistas seguram cartazes durante um protesto contra as mudanças climáticas no Quênia.