Segundo a entidade, a forma como os impostos são cobrados na região limita a redução das desigualdades sociais
Relatório aponta concentração recorde de US$ 18,3 trilhões nas mãos de 3 mil pessoas, avanço ligado a decisões políticas pró-ricos e com impactos sobre a democracia e a pobreza
Relatório “Saque Climático”, da Oxfam, mostra que 1% mais rico consome 15% do orçamento global de carbono e que, se todos vivessem como eles, o planeta colapsaria em três semanas.
A organização examinou 54 países em conflito e descobriu que eles são responsáveis pela quase totalidade dos 281,6 milhões de pessoas que hoje enfrentam fome aguda
Riqueza dos cinco mais ricos do mundo aumentou 114% desde 2020, enquanto a de 5 bilhões de pessoas diminuiu no mesmo período
Todas as emissões do 1% mais rico tinham potencial para provocar a morte de 1,3 milhão de pessoas, devido ao calor decorrente do efeito estufa
Pesquisa aponta um crescimento do número de bilionários no mundo durante a pandemia. São 573 a mais em 2020, totalizando 2.668 bilionários, com fortuna que chega a US$ 12,7 trilhões, um aumento de US$ 3,78 trilhões
Na pandemia, desigualdade causa morte de 21 mil pessoas por dia. Estudo da Oxfam aponta ainda que em dois anos, sob a gestão econômica do governo Bolsonaro, riqueza dos bilionários brasileiros aumentou 30% enquanto a renda de 90% da população caiu.
Pandemia, crise climática e conflitos armados aumentaram em cinco vezes o número de pessoas com fome no mundo. No Brasil, a extrema pobreza triplicou
As emissões anuais de dióxido de carbono cresceram 60% entre 1990 e 2015. Na terça (22), Assembleia Geral da ONU discutirá crise climática.
Dado está em informe da Oxfam. Na região da América Latina e Caribe como um todo, fortunas aumentaram US$ 48 bilhões em meio à crise da Covid-19.
Em relatório lançado na última terça-feira, dia 16, economistas destacam a necessidade de reformas para ajudar os governos a financiarem as respostas econômicas à crise sanitária global