Entre as exigências, professores da rede pública estadual querem o fim do parcelamento de salários e que o governo pague os juros devidos pelos educadores ao Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul).
Por Daniel Isaia*
A listagem de disciplinas da graduação em Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp traz algo inédito neste segundo semestre: o nome do professor Selvino Kókáj Amaral, um dos responsáveis pelas disciplinas Línguas Indígenas I e Tópicos de Línguas Indígenas. Selvino dá aulas sobre sua língua materna, o Kaingang, aprendido em casa, na comunidade de Guarita, no Noroeste do Rio Grande do Sul.
A degradação das relações trabalhistas ameaça a carreira docente. Na rede pública de três estados, os temporários já são maioria. Sob o comando do tucano Duarte Nogueira, a prefeitura de Ribeirão Preto, no interior paulista, apresentou em julho um projeto para contratar aulas avulsas de professores por meio de um aplicativo de celular, com o objetivo de suprir as ausências de docentes da rede municipal.
A perda de direitos trabalhistas deve aflorar um cenário já desfavorável aos professores; alguns estados mantêm 60% de seus docentes como temporários
Na segunda-feira (31/07), a Associação Nacional de História publicou, em seu perfil no Twitter, um documento produzido pelos educadores que participaram do Fórum intitulado “Carta de Brasília”. Marcado pelo tom político de oposição, o documento é bastante crítico às medidas do governo Temer no plano educacional e social.
A sindicalista Marlena Ceballos aproveitou uma reunião do Conselho de Educação das Escolas Públicas de Chicago (CPS) para denunciar a precarização das escolas. Marlena é professora de educação infantil e tem enfrentado as autoridades em defesa de seus alunos.
A APLB-Sindicato e os trabalhadores em Educação do município de Salvador realizaram, na última terça-feira (11/07), um ato em frente à Secretaria Municipal da Educação (SMED), na avenida Garibaldi, para protestar contra as condições de trabalho oferecidas pela gestão do prefeito ACM Neto. Os trabalhadores em educação também estão com as atividades paralisadas por 48 horas.
A Justiça de São Paulo decidiu que os professores que participaram do movimento grevista ocorrido no período de 28 a 31 de março de 2017 não podem ser punidos em decorrência das ausências nos dias de paralisação.
O Sindicato Unificado dos Profissionais em Educação de Maracanaú (Suprema) realizará nesta terça-feira (20), uma vigília em frente a Secretaria de Educação (Rua: Capitão Valdemar de Lima, s/n). A atividade inicia às 8h, com café da manhã. Serão 24h de programação.
“Neste momento, a melhor forma de defender a universidade pública é produzindo, é trabalhando ainda mais", afirmou o Reitor Henry Campos, na última terça-feira (13), ao receber em seu gabinete a nova diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC). Durante o encontro, que foi a primeira visita oficial da gestão 2017-2019 da entidade, a palavra parceria foi a mais reforçada.
O Sinpro Campinas e Região realiza seu 9º Congresso nos dias 02 e03 de junho, no Hotel Vila Rica, em Campinas. Entre os principais objetivos do encontro está o de fazer uma avaliação dos últimos três anos de gestão, para que o Sindicato possa aprimorar o seu trabalho e elaborar um Plano de Lutas, que apontará os caminhos a serem trilhados nos próximos três anos, diante da atual conjuntura.
Com 674 para Chapa 1 e 587 para Chapa 2, a Chapa 1 foi eleita na madrugada desta sexta-feira (19) para Diretoria – biênio 2017-2019 – do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (Adufc-Sindicato).