Além da mobilização por mais direitos, a defesa da democracia e do ex-presidente Lula está incluída na pauta.
O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª região (TRT15) negou o pedido de liminar ajuizado pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), contra a decisão que determinou a reintegração dos professores demitidos irregularmente pela universidade.
Nesta quarta-feira (14), os professores e servidores de São Paulo foram violentamente agredidos pelos policiais civis e militares quando se manifestavam contra a tentativa de aprovação do Projeto de Lei (PL) 621/2016, de João Doria, que dificulta o acesso à aposentadoria. Durante a repressão, Leon Gonçalves, que se solidarizava com sua mãe que é professora, pegou e jogou de volta uma das bombas de gás lacrimogênio e jogou para longe quando foi atingido por uma bala de borracha.
Aprovada na última quinta-feira (15), na Assembleia Legislativa do Ceará, Projeto de Lei Complementar de iniciativa do Executivo Estadual, autorizando o Incremento Salarial para professores Série B (substitutos, temporários ou visitantes) das três universidades públicas estaduais (UECE, URCA e UVA). O projeto corrige uma distorção no salário desses profissionais, que recebiam remuneração abaixo do nível dos professores da rede estadual de ensino médio.
Servidores públicos da cidade de São Paulo fazem um novo protesto em frente à Câmara de Vereadores nesta quinta-feira (15) contra a reforma da previdência do governo João Doria (PSDB) e contra a violência e repressão na tarde de quarta, quando ao menos seis pessoas ficaram feridas na confusão ocorrida durante protesto de professores em frente à Câmara.
A repressão aconteceu no início da tarde desta quarta-feira (14) durante uma sessão que discutia o futuro dos servidores municipais de São Paulo, com pauta sobre o Projeto de Lei (PL) 621/2016, de João Doria, que dificulta o acesso à aposentadoria. Após a pressão dos educadores, houve o adiamento da votação no plenário, que está prevista para acontecer nesta quinta-feira (15), às 15h.
O Estado do Maranhão anunciou no início do mês o novo piso salarial para os professores da rede pública, com reajuste de 6,81 %. A correção segue a indicada nacionalmente pelo Ministério da Educação para a categoria, com a diferença que, o valor pago pelo Estado, será cerca de duas vezes maior que o piso nacional, que passa a 2,455 mil este ano. Com a resolução, os professores de 40 horas no Maranhão terão como salário inicial o valor de 5,750 mil; os de 20 horas, valor proporcional.
Em discurso durante coletiva de imprensa o prefeito da capital paulista afirmou “Vamos votar a Previdência municipal e aprová-la na Câmara, não tem recuo”, ousando se enfrentar contra a forte greve na categoria de professores da cidade. É preciso cercar essa luta de solidariedade.
A Justiça do Trabalho determinou, na última sexta-feira (9), que a Universidade Metodista de São Paulo recontrate os mais de 80 professores demitidos da instituição em dezembro. A sentença foi dada pela juíza da 8ª Vara do Trabalho de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, Valéria Pedroso de Moraes.
A Universidade Metodista de São Paulo demitiu, em dezembro de 2017, uma quantidade expressiva de professores e professoras, alegando que também não pagaria as verbas rescisórias. Imediatamente o SINPRO-ABC procurou a Reitoria e ouviu dela que além de manter as demissões, as verbas rescisórias seriam pagas em 20 parcelas. Depois de reunir e ouvir os docentes, o SINPRO-ABC ajuizou a ação civil pública contra as demissões.
A Comissão Municipal de Educação do PCdoB São Paulo (SP) vai promover, neste sábado (3), às 14 horas, a Plenária com Profissionais da Educação. Voltada a educadores comunistas que trabalham na capital paulista, a atividade será realizada na sede do Centro Barão de Itararé (Rua Rego Freitas, 454, sala 83, 8º andar, República).
A repercussão do aumento de salário pago para professores da rede estadual ganhou força após o governador do Maranhão (PCdoB), Flávio Dino ter editado nesta quarta-feira (28), a recomposição salarial dos trabalhadores em Educação. Com a medida, um professor em início de carreira com 40 horas de jornada semanal terá remuneração de R$ 5.750,83 e o docente em início de carreira com 20 horas semanais receberá o equivalente a R$ 2.875,41.