Parte dos professores da rede estadual de São Paulo está recebendo seus salários com atraso ou com valores abaixo do previsto. Estes docentes têm contratos temporários com a Secretaria de Educação do Estado e não são concursados.
A greve dos professores da rede estadual de educação da Bahia entra nesta sexta-feira (4) em seu 24º dia, sem perspectiva de acabar, já que não há nenhuma negociação agendada com o governopara solucionar o impasse que mantém a paralisação. Os docentes reivindicam um reajuste de 22,22%. A categoria marcou uma nova assembleia de avaliação do movimento para a próxima segunda-feira (7), na sede da Assembleia Legislativa, onde os trabalhadores estão acampados desde o início da greve.
Depois de 52 dias em greve, os professores da rede pública do Distrito Federal (DF) suspenderam nesta quarta-feira (2) a paralisação. Mas os profissionais prometem manter o estado de alerta até o dia 14 de junho, quando ocorrerá uma assembleia geral para verificar o cumprimento dos termos do acordo negociado com as autoridades do governo do DF.
Em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (2/5), no saguão da Assembleia Legislativa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), os trabalhadores estaduais da educação decidiram manter a greve iniciada em 11 de abril. Os professores continuam reivindicando a retomada da negociação e farão uma nova assembléia na próxima segunda-feira (7) para definir os rumos do movimento.
Os professores em greve que ocupavam desde a quinta-feira (26) o sexto andar, do anexo do Palácio do Buriti, deixaram o local no início da tarde desta sexta (27) após a bancada de parlamentares do Distrito Federal, no Congresso Nacional, intermediar a reabertura das negociações com o governo distrital, que tinha suspendido as conversações por conta da ocupação.
Em assembleia na manhã desta sexta-feira (27/4), no Centro Administrativo, os professores da rede estadual de ensino da Bahia decidiram manter a greve, que já dura 15 dias. Após a decisão, a categoria saiu em passeata até a Governadoria, onde o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) protocolou um pedido de audiência com o governador Jaques Wagner (PT).
Em assembleia na manhã desta sexta-feira (27/4), no Centro Administrativo, os professores da rede estadual de ensino da Bahia decidiram manter a greve, que já dura 15 dias. Após a decisão, a categoria saiu em passeata até a Governadoria, onde o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) protocolou um pedido de audiência com o governador Jaques Wagner (PT).
Cerca de 100 professores ocupam o sexto andar do anexo do Palácio do Buriti, onde fica a Secretaria de Administração do Governo do Distrito Federal (GDF). O objetivo é pressionar o governo a voltar a negociar com a categoria, em greve há mais de 45 dias.
Em reunião na tarde desta quarta-feira (25), os professores da rede estadual de ensino da Bahia decidiram manter a greve que já dura 14 dias. Os docentes vão continuar acampados na Assembleia Legislativa da Bahia pelo menos até a próxima sexta-feira (27), quando realizam uma nova assembleia com a categoria para definir os rumos do movimento.
A continuidade da greve dos professores mesmo após a Assembleia Legislativa aprovar o projeto de reajuste salarial enviado pelo governo, é a maior demonstração de que a negociação é o caminho correto para por fim ao impasse solucionar a questão. Assim, o presidente do PCdoB na Bahia, Daniel Almeida, avaliou na manhã desta quarta-feira (25/4), o atual estágio do embate entre os professores da rede estadual e o governo em relação ao reajuste salarial da categoria.
Para há 45 dias, professores do Distrito Federal decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (24), continuar a greve. Na última sexta-feira (20), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) considerou a greve abusiva e determinou que 80% dos professores voltassem a trabalhar.
Em greve há 12 dias, os professores da rede estadual de ensino fizeram uma manifestação na manhã desta terça-feira (24/4), na Assembléia Legislativa da Bahia, onde estão acampados, para comemorar os 60 anos da APLB- Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia e protestar contra a falta de negociação com o governo em relação às reivindicações da categoria.