A esquerda bem informada
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Tag: Prosa, Poesia e Arte

António Paixão: O terraplanista Ribbentrop dos trópicos

Pelo malefício que tem causado ao País, não se pode permitir que a figura de Ernesto Araújo simplesmente vá para o monte de lixo da história

Senzala Brasil: Uma releitura de Gilberto Freyre

Para compreendermos a formação histórica e o caráter predatório da elite brasileira, um livro é fundamental: Casa-Grande & Senzala, do grande sociólogo pernambucano Gilberto Freyre.

Lucas Estanislau: O adeus de Joan Baez 

Passear pela discografia de Joan Baez é se deparar com diversos momentos da história dos Estados Unidos e do mundo. A grande depressão, o movimento sindical, a guerra do Vietnã e a luta pelos direitos civis são alguns temas eternizados em canções da cantora e compositora norte-americana. Entretanto, para os fãs que ainda não tiveram a oportunidade de ouvi-la cantar ao vivo, restarão os mais de 30 discos gravados.

Por Lucas Estanislau

Maria Bethânia: “Palco é um palanque como outro qualquer, uma tribuna”

A primeira música que Maria Bethânia interpreta no show Claros Breus – que tem apresentações nesta sexta (2) e neste sábado (3) no Credicard Hall, em São Paulo – é Pronta pra Cantar. Escrita por Caetano Veloso, tem um título autoexplicativo. A última, já no bis, é Encanteria, de Paulo César Pinheiro, dos versos “moço, apague essa candeia/ deixa tudo aqui no breu/ quero nada que clareia/ quem clareia aqui sou eu”.

Por Luiz Fernando Vianna

 Acredite: o poema mais popular de Sophia na internet não é de Sophia

Se procurar poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen na internet, é quase certo que cairá nuns versinhos intitulados O Mar dos Meus Olhos. Estão transcritos em milhares de páginas, são comentados em artigos académicos, até os traduziram para alemão e holandês. O poema, diga-se, é fraquinho, mas Sophia não tem culpa: nunca o escreveu.

Por Luís Miguel Queirós

Poesia: Resistir é preciso

Prosa, Poesia & Arte traz a publicação inédita da poesia “Resistir é preciso”, de Maria Aparecida Dellinghausen Motta. A autora é poeta, filósofa e membro do Conselho Editorial da Editora Autores Associados e Coordenadora do selo Ciranda de Letras.

Crônicas de éssepê, ou histórias universais que acontecem em São Paulo

A rotina em São Paulo pode ser bastante dura para a maioria dos 12 milhões de habitantes da maior capital brasileira. E o livro “Cachorros de madame latem só para frentistas”, de Tainan Rocha, trata desta crueza do concreto, mas com uma pitada de humor que só existe em quem tem coragem de encarar a cidade todos os dias com leveza.

Por Mariana Serafini

o homem feliz, mas que sonhava em ter um terno

agnaldo saiu cedo pra roubar, como faz há uns quinze anos: o despertador tocou, 6 da manhã, lavou o rosto, passou pelo quarto da pequena brigitt, voltou pra dar uma lambidinha nas coxas da sônia e rumou pro centro, seu ponto.

Por Luiz Henrique Dias*

Biografia da nação, o livro decisivo sobre a história do Brasil

O jornalista e historiador José Carlos Ruy acaba de lançar a obra Biografia de uma nação – história e luta de classes. O Vermelho traz aqui, na íntegra, o prefácio do livro, assinado pelo professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Júlio Vellozo*.

“A Biografia da Nação”, uma obra necessária para entender o Brasil

A leitura do livro Biografia da Nação merece entrar para aquela lista de obras preferenciais para toda pessoa que queira compreender de modo mais profundo o que é o Brasil, como foi possível ao povo e às principais forças políticas e econômicas construir uma das maiores nações do mundo, considerando o período histórico iniciado a partir da invasão e ocupação dos portugueses, na esteira do processo de expansão da Europa, singelamente conhecido como “As Grandes Navegações”.

Por Altair Freitas

Antônio Cândido: 100 anos de atuação literária e política

“Uma obra é uma realidade autônoma, cujo valor está na fórmula que obteve para plasmar elementos não literários: impressões, paixões, ideias, fatos, acontecimentos, que são a matéria-prima do ato criador”.

Idiossincrasias

até certo ponto, o roberto foi racional e calculista mas, no dia de sua morte, começou a perder a razão quando telefonou para idalga e disse a frase que poderia comprometer todo o fio de relacionamento ainda restante: “eu li as mensagens.”, disse.

Por Luiz Henrique Dias*

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