Entidade teme impacto do vírus nas comunidades negras e rurais. Levantamento indica dificuldade para acessar centros de saúde e auxílio emergencial.
O vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA), cobrou do ministro Marcos Pontes a promessa de criação de um Grupo de Trabalho Interinstitucional para debater, junto à comunidade de Alcântara (MA), as consequências do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) e uso da Base Espacial instalada em território maranhense.
A Câmara dos Deputados aprovou o Acordo que possibilita a retomada das atividades na Base de Alcântara. OPCdoB confirmou o voto favorável, reafirmando que esta poderá ser uma oportunidade para a retomada da política aeroespacial brasileira
Porta-voz do Partido durante primeira etapa de apreciação do AST, Márcio Jerry defendeu que dívidas com quilombolas têm de ser resolvidas, mas correm de modo paralelo à tramitação do Acordo
Na última semana demos sinal verde para o que representa a retomada da política aeroespacial brasileira. Recomeço que se dá em um momento histórico, visto que rememoramos, neste mesmo momento, os 16 anos da prematura morte de 21 técnicos durante o trágico acidente com o foguete VLS-1 XV-03, na Base de Alcântara.
Por Perpétua Almeida e Márcio Jerry
Objetivo é garantir o acompanhamento das tratativas sobre o uso do território diante da implementação do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST)
Objetivo é acompanhar a situação das famílias de quilombolas e os possíveis impactos do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST)
O vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA) é um dos parlamentares confirmados na comitiva que visitará a cidade de Alcântara, nos próximos dias 4 e 5 de julho
Representantes de comunidades quilombolas têm se articulado junto a parlamentares do Congresso Nacional para tentar alterar trechos da Medida Provisória (MP) 870, editada por Jair Bolsonaro (PSL) após a posse presidencial. Ao reformular a estrutura administrativa do Poder Executivo federal e reduzir de 29 para 22 o número total de ministérios, a MP também realizou uma redistribuição de competências que atingiu interesses sociais e populares.
O número de assassinatos de quilombolas no Brasil saltou de 4 para 18 em um ano, de 2016 a 2017, o que configura um aumento de 350% no período. O dado é um dos destaques do relatório intitulado “Racismo e violência contra quilombos no Brasil”, divulgado oficialmente na noite desta terça-feira (25), em Brasília (DF).
Menos de 7% das terras reconhecidas como pertencentes a povos remanescentes de quilombos estão regularizadas no Brasil. Nos últimos 15 anos, 206 áreas quilombolas com cerca de 13 mil famílias foram tituladas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), órgão que executa a titulação das terras já identificadas e reconhecidas.
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se existe futuro para os mais de 16 milhões de quilombolas brasileiros, ameaçados de perder suas terras, suas memórias e sua identidade. Em um desabafo, a coordenadora Nacional das Entidades Quilombolas, Maria Rosalina dos Santos faz um alerta e pede apoio na luta. O vídeo foi gravado no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Queimada Nova, no Piauí.
Por Felippe Kopanakis*