Oposição, parte do Governo e a opinião, que pela primeira vez exige mais gastos e mais impostos, pressionam May parar acabar com sete anos de cortes
Por Pablo Guimón
"Andromeda, supostamente a mulher mais linda do mundo, era no entanto da Nubia e portanto negra." Minha memória desse "no entanto" em um livro de texto da mitologia grega me assombrou – por toda minha adolescência e pela idade adulta – devido a sua afirmação, tanto explícita quanto implícita, da contradição entre ser negra e ser bonita.
Por Chi Onwurah
Acordo envolveu o acerto do incremento de 1 bilhão de libras (o equivalente a R$ 4,25 bilhões) ao orçamento da Irlanda do Norte; governo ainda é de minoria, mas DUP votará com conservadores
Os trabalhos do parlamento britânico, após as eleições de dia 8, começam nesta quarta-feira(21) com a apresentação do programa do governo, através do tradicional discurso da Rainha. Após a derrota, conservadores continuam sem conseguir acordo parlamentar de suporte ao seu executivo.
A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, anunciou nesta segunda-feira (19) que o governo do país vai revisar suas estratégias de combate ao terrorismo após o quarto ataque em três meses. Neste domingo (18), um homem atropelou fieis que saiam de uma mesquita em Finsbury Park, no norte de Londres. Uma pessoa morreu.
A primeira-ministra britânica, Theresa May, continua tendo dificuldades para reunir apoio suficiente de outros partidos a fim de formar um governo e garantir sua posição, depois do recente revés eleitoral.
Uma pesquisa do site "ConservativeHome" revelou neste sábado (10) que 59,5% dos integrantes do Partido Conservador do Reino Unido que a responderam acreditam que a primeira-ministra, sua correligionária Theresa May, deveria renunciar depois que a legenda perdeu a maioria absoluta nas eleições antecipadas da última quinta-feira (08).
Theresa May estava muito confiante de sua posição. Ela queria um mandato para formar um governo forte e conduzir seu país, em caso de dúvidas, por duras negociações sobre o Brexit. "Forte e estável" tornou-se o mantra de sua campanha eleitoral. Em vez disso, parece que ela provocou seu próprio declínio. Os eleitores britânicos mostraram-lhe o dedo do meio e mergulharam o país numa crise política profunda.
A primeira-ministra do Reino Unido, a conservadora Theresa May, não tem a intenção de renunciar, divulgou nesta sexta-feira (9) a emissora pública BBC. Ela perdeu, nas eleições desta quinta-feira (8), a maioria absoluta que mantinha na Câmara dos Comuns.
Convocadas justamente para elevar apoio parlamentar à premiê, eleições antecipadas têm efeito inverso: conservadores perdem espaço, pondo em dúvida estabilidade do atual governo e adicionando incerteza ao Brexit.
Boca de urna das eleições gerais indica que legenda de Theresa May deve garantir 314 dos 650 assentos na Câmara Baixa do Parlamento britânico, perdendo 17 cadeiras. Partido Trabalhista ficaria com 266.
Os cerca de 40 mil colégios eleitorais, onde são esperados 46,9 milhões de britânicos para votar nas eleições gerais do Reino Unido, abriram suas portas nesta quinta-feira (8) às 7h (horário local, 3h de Brasília), em uma jornada que vai durar até as 22h (horário local, 18h de Brasília).