O senador Renan Calheiros (PMDB) decidiu usar a tribuna da Casa, na quarta (22), para fazer um discurso histórico contra a arbitrariedade sem precedentes que a Operação Lava Jato impõe a seus investigados, graças ao poder concedido pela mídia tradicional.
O ex-presidente do Senado e atual líder do PMDB na Casa Renan Calheiros afirmou nesta quarta-feira(15) que o governo federal inviabilizou a reforma da Previdência por tentar impor a urgência na votação do projeto que regulamenta o direito de greve dos servidores. Depois que saiu da presidência, Renan tem feito críticas ao governo Temer e a reforma da previdência tem sido seu alvo mais frequente.
O ex-presidente do Senado e líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL), criticou duramente o projeto da reforma da Previdência enviada pelo governo Michel Temer ao Congresso. Renan afirmou que há graves equívocos na proposta. As declarações foram dadas na segunda-feira (13).
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) respondeu ao ofício no qual o ministro Marco Aurélio Mello cobrou a Câmara sobre a demora para instalação da comissão para analisar o processo de impeachment contra Michel Temer (PMDB), Maia solicitou ao plenário do STF que decida medida liminar que dispõe sobre o caso.
O Brasil do presidente Michel Temer começou a se parecer a um rojão de festa junina nesta semana, tamanho descontrole e descompasso com a população, à luz do dia. No mesmo dia em que apresentou um projeto de reforma da Previdência que se mostrou mesquinho com os menos favorecidos, ficou evidente o quadro de crise institucional que se instalou no país.
Por Carla Jiménez*, no El País
"Agora só falta às suas excelências explicarem porque alguém sem condições morais de assumir a Presidência da República pode continuar presidindo o Senado”.
Por *Plínio Bortolotti
Para a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) na Presidência do Senado “é uma decisão questionável, porque difere muito das decisões que o Supremo vinha tomando até o momento”.
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na tarde desta quarta-feira (7) manter o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) no cargo. Votaram pelo afastamento de Renan os ministros Marco Aurélio, Edson Fachin e Rosa Weber. Celso de Mello, Dias Toffoli e Teori Zavascki, Luiz Fux e Ricardo Lewandowski foram contra. O julgamento continua para tomar o voto da presidente, Cármen Lúcia. Renan não poderá, no entanto, substituir o presidente Michel Temer interinamente.
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza sessão para julgar o mérito da ação que pede o afastamento do senador Renan Calheiros da presidência do Senado Federal. O ministro Marco Aurélio Mello concedeu liminar para que Renan Calheiros fosse afastado, porém a mesa diretora do Senado decidiu não acatar a decisão judicial.
A sessão deliberativa do plenário do Senado marcada para a tarde desta terça-feira (6) foi cancelada em função das discussões em torno do afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), determinado ontem (5) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio. A sessão do Congresso Nacional, que é comandada pelo presidente do Senado, e deveria ter ocorrido nesta manhã, também foi cancelada.
Com a presença do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), integrantes da mesa diretora do Senado decidiram no início da tarde desta terça-feira (6) que não acatarão a liminar do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal de afastar o presidente do comando do Senado. Após a reunião, o anúncio é que o Senado irá aguardar a deliberação do plenário da suprema corte.
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), desarticulou o processo de votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55. Boa parte das comissões não realizou suas atividades na manhã desta terça e a sessão do Congresso também foi cancelada.